Thomas Edison foi um dos maiores inventores de todos os tempos. Ele inventou, entre outras coisas, o fonógrafo, a lâmpada incandescente e o projetor de cinema. Esses inventos contribuíram para o desenvolvimento do mundo moderno. O fonógrafo era um aparelho de gravação e reprodução de sons. Isso teve um impacto gigantesco na música. A lâmpada elétrica ilumina a noite. Antigamente, a iluminação pública era por lampiões. Quando anoitecia, o acendedor aparecia para acendê-los. Com a luz elétrica não foi mais preciso isso. Se Thomas Edison criou um aparelho que gravava e reproduzia o som, ele também criou um aparelho que projetava imagens. Era o cinematógrafo. O inventor morto em 18 de outubro de 1931 pode não ter inventado o futebol, mas deu nome ao maior jogador de futebol de todos os tempos. Pelé se chamava Edson Arantes do Nascimento por causa do Thomas Edison. Em 1940, Dondinho, pai de Pelé, batizou seu filho como Edson em homenagem. A invenção dele iluminava as ruas de Três Corações (MG) e iluminou o nome do nosso craque maior.

O jornal O Globo, do dia seguinte à morte de Edison, fez um editorial emocionado sobre a morte do grande inventor: “Há demorados dias que a atenção universal vem sendo marcada de um sinal de angústia com a notícia, sempre renovada, da agonia de Edison, uma das colunas mais preciosas do templo da civilização deste século, e dos últimos quartéis do anterior. A Revista O Cruzeiro destacou a praticidade de suas invenções: “Uma das características interessantes do gênio de Edison está no alcance prático de suas invenções. São invenções que, na sua grande maioria, tem aplicação na vida cotidiana da humanidade. Uma grande parte do conforto auferido pelas gerações modernas, quer no lar, quer nas indústrias, se deve, incontestavelmente, aquela celebração privilegiada que a morte, impiedosamente, acaba de ceifar”.

A revista “O Cruzeiro” destacou a praticidade dos inventos de Edison. “São invenções que, na sua grande maioria, tem aplicação na vida cotidiana da humanidade”. Naquela época, o Brasil começava a se industrializar e a revista relacionou o momento com a principal invenção dele. “A indústria da eletricidade se assenta, ainda hoje, sobre as mesmas bases outrora delineadas por Edison. No Brasil, por meio da difusão da eletricidade, se está operando uma movimentação de forças econômicas deveras notável, uma vez que aquela energia vai sendo levada aos mais remotos pontos do país e causando, consequentemente, o progresso respetivo. Paira, em todos os empreendimentos desse quilate, o espírito genial de Edison.

A luz que Thomas Edison apresentou para a humanidade refletiu em todos os lugares como na indústria brasileira e no nome de batismo do nosso atleta do século.