Euler de França Belém
Euler de França Belém

Carlos Willian se torna consultor de redes sociais de shopping em Brasília

Apontado como “rei das redes sociais” em Goiás, o jornalista já prestou serviços no Uruguai e fez consultoria para políticos

O poeta e jornalista Carlos Willian foi editor do Opção Cultural, suplemento de Cultura do Jornal Opção, e, depois, retirou um coelho da cartola: a “Revista Bula”.

A “Bula” é uma das principais revistas de cultura do país, com acesso na casa dos milhões. Por dois motivos: tem qualidade — em termos de conteúdo e, plasticamente, é bela — e, graças ao profissional experimentado que Carlos Willian é, divulga-se com rara mestria. Nas redes sociais, os amigos costumam dizer: “Na internet só há dois tipos de leitores — os que conhecem a ‘Bula’ e os que querem conhecê-la”. Brincadeira, é certo. Mas, na revista, determinado texto sobre livros pode alcançar a cifra de 10 milhões de acessos únicos. Pode parecer loucura, e loucura é, mas não deixa de ser realidade.

Carlos Willian sabe produzir cultura e, também, divulgá-la, como poucos sabem fazer. Profissional de primeira linha, que conhece os “segredos” da mídia digital, o ás da internet sabe que não basta escrever como Guimarães Rosa, pensar como Nietzsche e criticar como João Cezar de Castro Rocha. É preciso divulgar, com rapidez e qualidade, aquilo que se produz, que se escreve.

Porque, com a fartura de material na internet, é preciso convencer os leitores a ler o que você escreveu. Costumo brincar que, daqui a pouco, teremos de publicar uma reportagem e pagar para os leitores lerem (em vez de cobrar deles). Já está ocorrendo? Sim, quase isso (uma pessoa sã imagina que 5, 12 ou 30 reais paga mesmo por uma assinatura mensal de jornal e revista?). Com habilidade, com algumas táticas e estratégias, nas quais Carlos Willian é mestre, é possível conquistar leitores, até muito leitores. Postar por postar, acreditando em “combustão espontânea”, é mera ilusão. Mãos profissionais, que sabem o que é preciso fazer, são cruciais.

O sucesso do bardo e jornalista não se circunscreve à internet. Há pouco tempo, prestou serviços no Uruguai para uma empresa que produz vinhos. Deu consultoria para políticos, ensinando o bê-á-bá da internet, convencendo-os de que a internet não é o futuro — na verdade, é o presente — e que é preciso se atualizar com urgência, sob pena de ficar para trás (o que, em termos de comunicação, é a “morte” em vida). No momento, presta consultoria em redes sociais para um shopping de Brasília. De “rei das redes sociais” em Goiás, logo Carlos Willian será conhecido como “rei das redes sociais de Brasília”. Quem viver, se quiser, verá.

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ADALBERTO DE QUEIROZ

Salve, salve, poet´amigo C. Willian