Irapuan Costa Junior
Irapuan Costa Junior

O “oprimido” Paulo Freire pode ter “plagiado” pedagogia de educador americano?

Frank Laubach alfabetizou pessoas em Pernambuco. Tempos depois, Paulo Freire apresentou método semelhante ao dele — adicionando o marxismo

Paulo Freire, educador brasileiro, e Frank Charles Laubach, educador americano | Fotos: Reproduções

O leitor terá ouvido — e muito — sobre Paulo Freire (1921-1997). Afinal, foi declarado em 2012, por vontade do governo petista de Dilma Rousseff e sob aplausos de toda a nossa esquerda, “Patrono da Educação Brasileira”. Dele se falam maravilhas: “Uma das maiores autoridades mundiais em educação”; “Tem 35 títulos de doutor honoris causa”; “Criou um método revolucionário de alfabetização de adultos”; — e por aí afora. Será bem assim?

Frank Charles Laubach: apóstolo dos analfabetos

Por outro lado, o leitor pouco ou nada saberá sobre Frank Charles Laubach (1884-1970). Falemos um pouco sobre os dois. A notícia será importante para que o leitor avalie a desinformação a que nos submetemos ao longo de nossa existência. Afinal, ela é uma arma política importantíssima. Já foi mais importante, como mostra a documentação histórica: ao tempo da Guerra Fria, o governo soviético pagava, em todo o mundo, mais de quatro milhões de agentes para divulgar informações distorcidas ou falsas em benefício da doutrina marxista. Hoje não falta quem o faça de graça.

Frank Charles Laubach, educador americano, doutor por Princeton e Columbia, era considerado o “apóstolo dos analfabetos” | Foto: Reprodução

Frank Charles Laubach, americano da Pensilvânia, formou-se e doutorou-se em Sociologia (Universidade de Princeton), em 1909, e em Psicologia (Universidade de Columbia), em 1915. Missionário protestante, recém-formado, foi enviado às Filipinas, então possessão americana, em missão evangelizadora e educadora. Os espanhóis, colonizadores das Filipinas (o nome vem do rei Felipe II, da Espanha), após 300 anos de ocupação, haviam deixado atrás de si um país atrasado, com dezenas de dialetos, sem escrita, e com analfabetismo generalizado. Como ensinar a Bíblia? perguntava-se Laubach. Mas ele foi um dos mais ativos e criativos educadores de todo o mundo e não só adaptou a cada dialeto filipino o alfabeto da língua inglesa, como estabeleceu um método de alfabetização revolucionário.

Permanecendo nas Filipinas por quase três décadas, Laubach logrou alfabetizar mais de 60% de sua população

Seu método, de enorme simplicidade criativa, partia das palavras conhecidas pelo aluno, associando sua imagem à representação escrita, com separação das sílabas e ênfase na primeira letra, além de assimilá-la a outras, também conhecidas, iniciando com a mesma letra, estimulando assim a informação já gravada no cérebro do estudante. Permanecendo nas Filipinas por quase três décadas, Laubach logrou alfabetizar mais de 60% de sua população.

Seu método se espalhou pela Ásia, e chegou à América Latina. Esteve no Brasil em 1943, a convite do governo brasileiro e juntamente com um colégio presbiteriano (Colégio Agnes Erskine) de Recife, Laubach alfabetizou dezenas de milhares de pessoas, só em Pernambuco, com farta distribuição aos professores de suas cartilhas, ainda que em espanhol, pois não havia tradução em português.

Fato indiscutível: o método Laubach foi levado a 103 países e 313 idiomas. A ênfase no processo Laubach de alfabetização era cristã, valorizando a cidadania, a paz social, a ética e a religiosidade. Conhecido como “apóstolo dos analfabetos”, Laubach deixou mais de 50 livros publicados e uma indiscutível obra de elevação espiritual da humanidade. Era um homem de sólida formação intelectual, foi importante para o progresso social, e dedicou toda sua existência ao bem e à elevação das pessoas.

Paulo Freire: o apóstolo dos marxistas brasileiros

Paulo Freire, autor do livro “Pedagogia do Oprimido” | Foto: Reprodução

E quem foi Paulo Freire? Qual a sua formação? Como pode ser mais conhecido (ao menos no Brasil) que o admirável Frank Laubach? Criou um método de alfabetização? Era superior ao de Laubach? É o que tentaremos responder, sempre apresentando fatos ao leitor.

Paulo Reglus Neves Freire, natural do Recife, ao que parece, não teve curso superior, fato que seus biógrafos, de esquerda, procuram esconder. Teria ingressado na Faculdade de Direito da Universidade de Recife, em 1943, mas tudo leva a crer, como ocorre com militantes de esquerda, que não terminou o curso. Foi nessa época que Laubach esteve no Recife.

Relata o historiador David Gueiros Vieira que Paulo Freire, que já atuava na educação (lecionava no recifense Colégio Osvaldo Cruz), teria encontrado Laubach e obtido algumas de suas cartilhas. Afirma o pesquisador que logo depois da volta de Laubach aos EUA, começaram a aparecer em Pernambuco cartilhas muito semelhantes às de Laubach, porém com a assinatura de Paulo Freire e com um fim diferente daquele das originais: enquanto o ensino de Laubach apontava para a paz social e religiosidade — alfabetizava —, o de Paulo Freire encaminhava para o marxismo e a luta de classes — doutrinava.

Aliás Paulo Freire faz questão de ignorar Laubach em suas publicações, embora forçosamente saiba de sua trajetória e tenha copiado seu método de alfabetização. Foi então que começou a carreira ascendente de Paulo Freire, sempre turbinada pelas esquerdas brasileiras — e mais tarde pela esquerda internacional.

No governo João Goulart, Freire foi convidado para chefiar a Comissão de Cultura Popular (CCP), que seria responsável por um plano nacional de alfabetização.

Surpreendidos pelo movimento de 1964, Jango e seus adeptos, bem como toda a esquerda brasileira, entraram em pânico e seus líderes principais debandaram para fora do País. Entre eles Paulo Freire, que apoiado pela esquerda internacional, esteve, desde que fugiu em 1964, na Bolívia, no Chile, nos EUA, no Reino Unido e na Suíça. Voltou ao Brasil em 1980, com a Anistia, já endeusado pelas esquerdas, que faziam grande alarde com “seu” método.

Como não poderia deixar de ser integrou-se, desde o seu início ao Partido dos Trabalhadores (PT), e foi secretário da Educação da Prefeitura de São Paulo, no governo de Luiza Erundina.

Faz-se muita algazarra no Brasil em torno do “método Paulo Freire” de alfabetização (na verdade, trata-se do método Laubach corrompido pelo marxismo), mas esse método nunca foi aplicado em massa. Felizmente, pois visa não produzir alfabetizados, mas militantes marxistas. Aliás, em que pese o barulho internacional feito em torno do “método Paulo Freire”, ele não foi adotado em nenhum lugar do mundo.

Na esteira de seu “método”, Paulo Freire publicou, em 1968 e no exílio chileno, seu livro “Pedagogia do Oprimido”, que pretendia ser a apresentação e defesa do “método”. Novo escândalo laudatório da esquerda: o livro foi apresentado como grandiosa obra pedagógica e literária, e traduzido para algumas línguas, para deleite dos marxistas brasileiros. Até hoje é elogiado pelas esquerdas, que em geral, como costuma acontecer, não leram o livro.

Se o leitor dispuser de tempo, paciência e estômago para ler esta publicação, vai encontrar ali não um tratado de pedagogia, mas uma pregação da luta de classes, escrito em português medíocre, ou pior que isso. Não encontrará uma citação de um grande educador no plano mundial, como Rousseau, Pestalozzi, Piaget ou Maria Montessori. Nem mesmo uma menção a um educador brasileiro, como Anísio Teixeira, e muito menos a Frank Laubach, a quem, no fundo, Freire deve sua fama.

Mas não faltam citações de marxistas conhecidos, não educadores, como o próprio Marx, Lenin, Rosa Luxemburgo, Regis Debray (que ele grafa Regis Debret), Sartre, Mao-Tsé-tung, György Lukács, Karel Kosik, Francisco Weffort, Álvaro Vieira Pinto, e — pasme — Fidel Castro e Che Guevara, que nunca tiveram algo a ver com educação. Quanto a Guevara, Paulo Freire chega mesmo ao tragicômico de ressaltar sua “humildade”, quando sabemos que o sanguinário “Che” mostrava sua verdadeira humildade ao estourar cabeças de prisioneiros desarmados a tiros de pistola. Ele só foi humilde uma vez, ao ser capturado na Bolívia, e implorar por sua vida.

Para Freire, todos somos opressores ou oprimidos, sendo inclusive a família um ambiente onde pais oprimem filhos. Nada melhor, subentende-se, que trocar família por Estado.

Como fica toda essa história de Paulo Freire? — perguntará o leitor. Tal como está — é a resposta. A esquerda continuará a acreditar que ele foi genial educador. Quem tem seu discernimento perceberá que não passa de uma fraude. Doutor honoris causa em 35 organismos internacionais! — bradará a esquerda.

Quem sabe das coisas entende que haverá em qualquer dessas entidades um fanático marxista para prestar uma homenagem indevida motivada pela ideologia. A “Pedagogia do Oprimido” é uma obra prima traduzida para muitas línguas — dirá um filiado ao PT, PSOL ou PC do B, que nunca a leu. Sim, várias traduções existem do monstrengo. Mas em que língua ou dialeto não existe um fanático de esquerda disposto a traduzir qualquer parvoíce, desde que exalte o marxismo?

Finalizando: que fiquem as esquerdas felizes e orgulhosas com seu ídolo. Sempre vivem na irrealidade, e veem valores onde existe maldade e corrupção. Quem leu “Pedagogia do Oprimido”, quem sabe separar realidade de utopia, quem conhece a história e o meio universitário, quem sabe avaliar o poder da desinformação, sabe quanto vale Paulo Freire, não à toa nomeado “Patrono da Educação Brasileira” — uma das piores do mundo.

56 respostas para “O “oprimido” Paulo Freire pode ter “plagiado” pedagogia de educador americano?”

  1. Avatar Baron Camilo of Fulwood disse:

    Bom dia, triste o país que a tônica é a mediocridade! Nisto o Brasil é campeão mundial, mediocrizações’

  2. Avatar Salatiel Soares Correia disse:

    Salatiel Soares Correia
    O artigo que o titular da coluna Contraponto, engenheiro Irapuan Costa Júnior, escreveu, com muita sabedoria, nesta semana, para o Jornal Opção (leia-se: “A exaltação ao vazio”) suscitou-me uma dúvida. Posto isso, peço licença ao leitor para me explicar.
    Diante do meu superficial conhecimento da trajetória do educador Frank Charles Laubach, confesso que a leitura do livro “Pedagogia do Oprimido” me despertou certo encantamento pelo método Paulo Freire, principalmente num quesito que o grande sociólogo francês Alain Touraine enfatiza em seus escritos sobre a construção da verdadeira cidadania: a do indivíduo se apresentar como sujeito da história.
    Nesse sentido, parece-me que a mais conhecida obra de Paulo Freire se volta para a construção do indivíduo como cidadão. Conhecer mais o trabalho de Laubach é o desafio que me imponho para, quando estiver instrumentalizado, racionalmente, emitir uma opinião resultante do meu próprio autoconvencimento. Logo, por ora, a respeito desse assunto, tenho mais perguntas que respostas.

  3. Avatar Vanildo Maldi disse:

    Fronteiriços endeusam fronteiriços pois a sua inteligencia só vai até este limite…
    Assim, nesta seara, qualquer 1 a mais no QI é enaltecido como 10 a mais. Vangloriam-se do 91 ou 92, como se fora 110 ou 120. É a regra na esquerda…

  4. Avatar ISAC CAIRES BRAGANCA disse:

    Inveja é isso mesmo… cadê sua contribuição para a educação do analfabeto???

  5. Avatar SEBASTIÃO ROCHA disse:

    Pode ter é uma ova! Plagiou mesmo! Esse Paulo Freire foi um tremendo farsante!

    • Avatar Isabela Maria da Penha Moura disse:

      Exatamente 👏🏼👏🏼👏🏼
      Como estudante de Pedagogia eu tenho a disciplina Educação Jovens e Adultos
      Paulo Freire sempre endeusado 😩 mas em outras fontes como a desse site,ilisp,Brasil Paralelo mostra a realidade por trás desse sujeito 😩😩
      Me mata de vergonha a educação brasileira ser a pior
      Ainda mais tendo Paulo Freire como “‘ símbolo “”

  6. Avatar A régua do captalismo disse:

    Com todo respeito, não falou merda nenhuma sequer comparou os métodos. Falar em estatísticas fulas para justificar que os dois tinham resultados estatístico parecidos na qual é muito parecido com as estatísticas BR de 60% de alfabetizados) não dá veracidade a tese do texto de que A roubou o método de B. Enfim, baseando em qualquer teoria de aprendizado, seja ela de viés da educação, da pisicologia ou da sociologia, sem apresentar as diferenças do método fica esse texto ruim, raso e sem objetividade sobre a discussão a respeito da tese de que um roubou do outro o método, acaba que vira uma revista Tititi, do estilo caras bem coisa de coluna de moda e comportamento.

  7. Avatar Fernando Gomes dos Santos disse:

    Disse que ia escrever utilizando fatos sobre Paulo Freire, mas só vomitou porcaria ideológica de direita. Escreve mal e ainda é burro.

    Que vergonha de texto.

  8. Avatar Fora Bozo disse:

    Uma fake news essa publicação, além de ser criminosa e vergonhosa ,quando alegam que pessoas de esquerda não concluí o curso superior. Paulo Freire lutou contra a ditadura militar e foi perseguido, um jornal classista,moralista deve ser processado.

  9. Avatar Silvia disse:

    Que bosta de texto tendencioso… arggh

  10. Avatar Odimar Lorenset disse:

    Quanta desinformação num texto. Meodeos!

  11. Avatar Salatiel Soares Correia disse:

    Salatiel Soares Correia
    O artigo que o titular da coluna Contraponto, engenheiro Irapuan Costa Júnior, escreveu, com muita sabedoria, nesta semana, para o semanário (leia-se: “A exaltação ao vazio”) suscitou-me uma dúvida. Posto isso, peço licença ao leitor para me explicar.
    Diante do meu superficial conhecimento da trajetória do educador Frank Charles Laubach, confesso que a leitura do livro “Pedagogia do Oprimido” me despertou certo encantamento pelo método Paulo Freire, principalmente num quesito que o grande sociólogo francês Alain Touraine enfatiza em seus escritos sobre a construção da verdadeira cidadania: a do indivíduo se apresentar como sujeito da história.
    Nesse sentido, parece-me que a mais conhecida obra de Paulo Freire se volta para a construção do indivíduo como cidadão. Conhecer mais o trabalho de Laubach é o desafio que me imponho para, quando estiver instrumentalizado, racionalmente, emitir uma opinião resultante do meu próprio autoconvencimento. Logo, por ora, a respeito desse assunto, tenho mais perguntas que respostas.

  12. Avatar Roberto Cardoso da Silva disse:

    É preciso que o mundo conheça Frank Laubach, seu método e sua formação, isto já seria de grande valia.

  13. Avatar Jorge disse:

    Precisei ler duas vezes pra entender se seu artigo é só burro ou mal caráter, acho que ia dois mesmo. É só mais uma pessoa cheia de tesão em Olavo de Carvalho (que anda meio sumido hoje em dia, por onde anda Olavo?) E no imbecil do presidente. Espero que encontre maneiras mais honestas de realizar suas perversões, pq escrever esse tipo de absurdo tá feio.

  14. Avatar Luís Alberto disse:

    Onde estão as evidências dessa reportagem? É fácil escrever e não evidências.

    • Avatar SILAS WALDEMIR SOUZA CHAVES disse:

      Leia o texto novamente. Mas se vc foi “alfabetizado” pelo “método” Paulo Freire… deixa prá lá.

    • Evidências? mais ainda? você não entendeu bulhufas sobre o artigo. Talvez usou o termo errado. Procure ver o que significa a palavra evidências.

    • Avatar Claudiowoo disse:

      As evidências estão registradas na História. Procure conhecer a biografia e a produção de Frank Lauback. Depois procure alguma coisa qualquer produzida pelo Paulo Freire antes de 1943. É mais fácil ganhar sozinho na Mega Sena do que você encontrar qualquer publicação sobre educação do P.Freire antes da vinda do Lauback ao Brasil. Tente!!
      Mais um 171 que se apropriou do trabalho de outro sem fazer qualquer referência ao idealizador.

  15. Avatar Maria disse:

    Quer tirar o mérito de um brasileiro para dar a um americano, isso é política suja meu camarada!!!!

  16. Avatar Maria Júlia disse:

    Quer tirar o mérito de um brasileiro para dar a um americano, isso é política suja meu camarada!!!!

  17. Avatar Carlos eduardo disse:

    Otimos seuu comentarios senador nunca acreditei nesse “marxista ” de meia tijela.Ele Arraes e outros tantos.

  18. Avatar Carlos eduardo disse:

    Otimos seuu comentarios senador nunca acreditei nesse “marxista ” de meia tijela.Ele Arraes e outros tantos,como Josue de Catro.

  19. Avatar Paulo Freire disse:

    Viva Paulo Freire!!!

  20. Avatar Kênia disse:

    Acredito que seja a segunda vez que esse “jornal” lança uma reportagem com críticas a Paulo Freire. A pedagogia freiriana não se baseia apenas nesse livro. Ela faz parte de um apanhado de ideias críticas a respeito das desigualdades , da forma de ensino… Enquanto Harvard glorifica e estuda Paulo Freire o Brasil após a posse de um presidente desqualificado vem tendo repetidamente críticas não científicas a respeito das obras de Freire. Acredito na ciência e com isso aguardo um artigo científico, anais, publicações científicas que compactuam com essa reportagem, caso não tenha, não passa de boato de extrema direita

  21. Avatar De Jesus disse:

    Texto que alguns engolirão sem às devidas análises, que comprovem plágios, e outras informações sobre Paulo Freire. Texto ideológico quando usa termos ” esquerdismo”” esquerda”. No mais, essa visão maniqueista da história é uma tremenda burrice.

  22. Avatar Anne Lima disse:

    Triste Brasil. Em nome do ódio perseguem até Paulo Freire. Seu método era amor e sobreviverá a doença do ódio.
    Paulo Freire é conhecido no mundo inteiro, inclusive em Harvard.

  23. Avatar Márcia Cavalmoretti disse:

    Jamais apagarão a memória e todo o legado do Grande educador brasileiro..,..plagiar alguém…duvido.Paulo tinha capacidade intelectual e moral pra construir todo o arcabouço histórico na educação brasileira. O texto em questão me parece um arroto de alguém engasgado.

  24. Avatar Andre disse:

    PAULO FREIRE (isso mesmo, com todas as letras maiúsculas), não só um educador, mas também um teórico cientista que deixou um legado não para o Brasil, mas para a humanidade. Por que meu senhor, você defeca na sua própria história e levanta falso testemunho contra um notável brasileiro? Ciúme? inveja? Não precisa nada disso Sr. Por Irapuan Costa Junior. pois sua história já está escrita e, ao contrário de FREIRE, tu não deixará legado algum.

  25. Avatar Ana Aline disse:

    Se o Brasil fosse um país sério quem escreveu essa asneira deveria responder legalmente.
    Paulo Freire formou-se em direito em 1947; foi preso e exilado e não se” debandou” do país; a sua filosofia educacional incomodava o governo ditatorial que tiamos, pois não é interessante para a ditadura ter cidadãos alfabetizados e letrados; Freire foi convidado para dá aulas em Harvard, sim meu caro o “monstrengo ” a quem você se refere chegou a esse patamar. E a propósito Freire foi um brasileiro como eu e como milhões que luta para ter direito a educação, direito que é “assegurado por lei ” e se temos uma educação péssima a culpa é dos nossos governantes desde o marquês de Pombal até o que temos nos dias atuais.

  26. Avatar SILAS WALDEMIR SOUZA CHAVES disse:

    Não adianta gritar palavras de ordem. O cara já morreu!

  27. Avatar Simone disse:

    O que fazem os intelectuais desocupados ? Não têm mesmo algo de relevante a dizer? Então calem-se e fechem-se na sua clausura ” intelectual”. Jamais conseguirão macular o legado de Paulo Freire…jamais.

  28. Avatar Dalva Keim disse:

    A verdade precisa ser dita. Plágio é roubo de idéias de outros e carece de punição. Quanta honraria Paulo Freire recebeu, quando o mérito era de outro. Desonesto, caladinho, se vangloriou como sendo seu o tão digno nome de mestre, de pedagogo, quando sabia que não eram seus tais títulos, os quais ludibriaram os incautos mundo a fora. E ainda tem quem o defende, que não vê o fracasso da educação brasileira, fruto de suas idéias marxistas e incompetentes

  29. Avatar PEDRO MAX disse:

    Só do cara ter  professado o marxismo já confessa uma fraude absoluta  na sua “didática” aplicada. A corrupção ideológica é pior que a corrupção do dinheiro, acreditem se quiser; o roubo do dinheiro público atrapalha um momento, mas a corrupção ideológica deforma a visão prática do dia a dia  de uma nação por gerações.  O massacre da esquerda mundo afora  faz ignorância perversa sobre o trabalho na  formação da riqueza das nações; simples de entender: compare o salário de um pedreiro cubano com o salário  de um pedreiro na Flórida, por exemplo.  

  30. Avatar PEDRO MAX disse:

    ” Educação pública básica no Brasil não funciona é porque o professor não ensina ou o aluno é incapaz de aprender; é uma ou a outra, pois não existe uma autoridade que proíba a liberdade do professor em sala de aula.” Darci Ribeiro diria isso hoje? Pois é. O método Paulo Freire, elogiado aos mil na nossa educação pública, ajudou a fazer uma nação de analfabetos apesar da grande maioria das crianças estarem em sala de aula, depois de 30 anos de governos do esquerdistão de Itamar, FHC, Lula e Dilma. A esquerda é a maior desgraça da América Latina. 

  31. Avatar Jane A S disse:

    Brilhante artigo!
    Segundo Joseph Goebells, Ministro de Propaganda de Hitler, “uma mentira contada mil vezes torna-se verdade”. Paulo Freire é apenas mais uma mentira contada milhares de vezes, repetida sem critério pela massa acrítica de pseudointelectuais de plantão!

  32. Avatar Maria Teresa F. Garrido Santos disse:

    A hipótese apresentada pelo articulista Irapuan Costa Junior é absolutamente adequada e consistente. O fato colocado à discussão apresenta elementos fortíssimos de convicção, levando-se em conta a presença de aspectos importantes, exigidos tecnicamente para formação de uma *evidência*. Além disso, Paulo Freire era seguidor tbm das ideias Gramscianas de que a implantação do comunismo/socialismo não deve dar-se com tanques de guerra e sim por instrumentalidade das escolas. Ora, se o método de ensino criado e usado por Lauback era tão extraordinariamente exitoso, inclusive na propagação da doutrina cristã, por que não usá-lo na expansão da ideologia marxista? Logicamente e por motivos óbvios, com perfil adaptado e nova identidade. Afinal, temos visto a adoção de comportamentos do mesmo nível, por parte de “companheiros” que justificam até a corrupção e o saqueamento de verbas públicas, quando praticados em favor da “Causa”.

  33. Por certos comentários lidos, nota-se que uma boa parcela da população foi alfabetizada pelo método desse ilustre barbudinho pernambucano.

  34. Avatar Luis Antônio disse:

    Olha tem muitas críticas ao Paulo Freire, mas, sou apaixonado pela educação popular. Por essa ideia de formar pessoas, ser humano, empatico, democrático. Conhecedor de seus direitos e deveres,e claro preparado para o mercado de trabalho. Agora este cidadão Irapuan ex- governador alcançou o cargo através do autoritarismo, da imposição deveria ter vergonha de criticar freire. Freire é respeitado sem impor nada e esse irapuan foi governador atraves da imposição do coronelismo é crítica maldosa.

  35. Avatar Carl Fezen disse:

    Nesse caso o Olavo tem razão.

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