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Notívagos correm risco de morrer cedo

Um estudo conduzido pela Universidade de Helsinque, na Finlândia, indica que indivíduos que seguem um estilo de vida noturno têm maior probabilidade de morrer jovens em comparação com aqueles que têm hábitos diurnos. Os pesquisadores acompanharam aproximadamente 24 mil gêmeos ao longo de 37 anos, entre 1981 e 2018, a fim de analisar seus hábitos de vida e investigar os efeitos do estilo de vida noturno. Os resultados desse estudo foram publicados recentemente na revista Chronobiology International.

Os resultados revelaram que cerca de 10% dos participantes se consideraram noturnos no início do estudo, enquanto 33% afirmaram preferir ficar acordados até tarde. Por outro lado, 29% dos participantes se identificaram como matutinos e 27,7% mostraram uma preferência pela manhã.

Descobriu-se que os participantes com hábitos noturnos apresentavam um risco 9% maior de morte ao longo do período do estudo. No entanto, os pesquisadores destacaram que o horário de dormir em si não era o principal fator de risco, mas sim os hábitos associados a esse estilo de vida.

Saúde precária

De acordo com a equipe de pesquisa, os indivíduos que ficam acordados até tarde tendem a ter uma saúde mais precária, pois são mais propensos a consumir álcool e fumar. Dois terços dos participantes noturnos eram fumantes ou ex-fumantes, e apenas 22% afirmaram nunca consumir bebidas alcoólicas.

Além disso, os participantes noturnos também apresentavam uma maior propensão a dormir menos de oito horas por dia, que é o tempo recomendado pelos especialistas em sono para a manutenção adequada do organismo, com benefícios para imunidade, humor, cognição e longevidade.

Por outro lado, menos da metade dos participantes que se consideravam matutinos eram fumantes, e 33% afirmaram nunca beber álcool. O pesquisador Christer Hublin, do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional em Helsinque, ressaltou: "O aumento do risco de mortalidade associado a ser uma pessoa claramente 'noturna' parece ser explicado principalmente pelo maior consumo de tabaco e álcool".

Esses resultados destacam a importância de adotar um estilo de vida saudável, independentemente do horário preferido para dormir. Controlar o consumo de tabaco e álcool, além de garantir horas adequadas de sono, pode contribuir para uma vida mais longa e saudável.

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Uso de anticoncepcionais aumenta em mais de 73% o risco de depressão

Psiquiatras da Universidade de Uppsala, na Suécia, conduziram uma pesquisa que revelou uma possível ligação entre o uso de pílulas contraceptivas e o aumento do risco de desenvolvimento de depressão em mulheres. Segundo o estudo, o uso desses contraceptivos pode resultar em um aumento de pelo menos 73% nas chances de desenvolver a doença nos dois primeiros anos de uso.

Os resultados, divulgados na revista especializada Epidemiology and Psychiatric Sciences em 12 de junho, também indicaram que as mulheres que iniciaram o uso da pílula anticoncepcional na adolescência apresentam um risco ainda maior, com uma probabilidade 130% maior de desenvolver sintomas de depressão.

A pesquisa foi baseada em dados de saúde de mais de 250 mil mulheres no Reino Unido, acompanhando seus registros médicos desde a primeira menstruação até a menopausa. Os pesquisadores analisaram os momentos em que as participantes receberam as primeiras prescrições de contraceptivos e quando começaram a relatar sintomas de depressão.

O estudo concentrou-se nos contraceptivos hormonais que contêm progesterona e estrogênio em sua composição, não incluindo outras formas de contracepção, como adesivos contraceptivos, dispositivos intrauterinos (DIUs) ou pílulas do dia seguinte.

"Embora a contracepção ofereça muitas vantagens para as mulheres, tanto os médicos quanto as pacientes devem ser informados sobre os efeitos colaterais identificados neste estudo e em pesquisas anteriores", explicou Therese Johansson, uma das pesquisadoras responsáveis pelo estudo, ao portal da universidade.

Depressão mais grave em adolescentes

De acordo com os cientistas, a incidência de depressão diminui à medida que as mulheres avançam além dos primeiros dois anos de uso dos anticoncepcionais. No entanto, as adolescentes apresentaram uma maior ocorrência de depressão, mesmo após interromperem o uso, o que não foi observado em usuárias adultas.

"A poderosa influência das pílulas anticoncepcionais nas adolescentes pode ser atribuída às mudanças hormonais causadas pela puberdade. Como essas pacientes já passaram por alterações substanciais, elas podem ser mais sensíveis não apenas às flutuações hormonais, mas também a outras experiências de vida", afirmou Therese.

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