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Dia do Trabalhador: Hora de repensar a escala 6×1

Escala 6x1 tem origem em um modelo industrial ultrapassado, que prioriza a produtividade a qualquer custo e ignora os limites humanos

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Onça-pintada: entre o mito do perigo e o direito de existir em paz

Símbolo da biodiversidade brasileira enfrenta não só ameaças físicas, mas também o medo humano e a falsa ideia de domesticação

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A fome no Brasil da exportação

No Brasil não falta comida, falta dinheiro para comprá-la. Os salários não acompanharam a inflação

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Prefeitura precisa pôr fim aos problemas crônicos dos serviços funerários de Goiânia

Prefeitura deve reforçar fiscalização da Central de Óbitos, ou para combater os “papa-defuntos”, ou para checar irregularidades no licenciamento das funerárias

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“Estranho Familiar”: Paralelos entre a Família Adams e o olhar Cristão

Assim como a Família Adams celebra o macabro e o incomum com naturalidade, elementos dos ritos fúnebres papais podem despertar estranheza em quem não compartilha da mesma fé.

Avanço da descriminalização da maconha suscita debate sobre uso ético e civilizado

Com o avanço, ainda que lento e gradual, da liberação da maconha no Brasil, o debate sobre a regulamentação sobre como utilizar, quando e onde atravessa questões que vão muito além do campo jurídico, moral e social. Se por um lado trata-se, antes de tudo, de uma discussão pública sobre liberdade individual, por outro, existe a responsabilidade coletiva e a civilizatória.

Enquanto avança globalmente, o consumo da cannabis no Brasil deve passar por um escrutínio maduro e longe da moralidade, deixando de fora preconceitos históricos e buscando soluções que respeitem o bem estar social em geral.

No Canadá, no Uruguai e em parte dos Estados Unidos, a legalização da maconha veio acompanhada de um cuidado especial para regulamentar o consumo em locais públicos. Na maioria desses países, a prática não é simplesmente liberada de maneira irrestrita: há zonas específicas para o uso, regras que protegem menores de idade e limites claros para garantir a convivência saudável entre todos.

Em Ontário, por exemplo, fumar maconha é permitido em locais onde o cigarro também é aceito, enquanto no Colorado, embora o uso pessoal seja legal, fumar em ruas ou parques pode acarretar multas. Esses exemplos mostram que a regulamentação não é sinônimo de anarquia; pelo contrário, ela é instrumento de civilização.

No Brasil, onde a maconha ainda é criminalizada para fins recreativos, o consumo já é uma realidade nas ruas, praças e festas. A criminalização, no entanto, afeta de forma desigual: atinge sobretudo jovens negros e periféricos, alimenta a violência e lota o sistema penal. A regulamentação responsável do uso recreativo — e consequentemente, do consumo em espaços públicos — poderia reduzir essas injustiças históricas, diminuindo a pressão sobre a segurança pública e criando novas oportunidades econômicas e sociais.

No centro da questão está a ética do uso público da maconha. De um lado, o princípio da liberdade individual sustenta que cada pessoa tem direito sobre seu próprio corpo e suas escolhas, desde que estas não prejudiquem o outro. De outro, o espaço público é por definição um local de convivência plural, frequentado por diferentes faixas etárias, valores culturais e sensibilidades. Assim, o consumo de substâncias psicoativas não pode ignorar o direito dos demais à saúde, ao bem-estar e à tranquilidade.

É preciso reconhecer também a situação do usuário. Muitos consumidores não dispõem de locais privados adequados para o consumo — vivem com familiares que não aceitam o uso, moram em residências coletivas ou enfrentam barreiras econômicas. Sem alternativas, recorrer ao espaço público torna-se não uma escolha, mas uma necessidade. Negar esse contexto é aprofundar ainda mais o ciclo de exclusão e discriminação que recai sobre essas pessoas.

O caminho ético, portanto, passa por encontrar o equilíbrio: regulamentar o consumo em espaços públicos de forma a preservar a liberdade individual, sem abdicar da responsabilidade social pode ser uma alternativa? Muitos acreditam que sim. Isso pode incluir a criação de zonas específicas para consumo, em moldes semelhantes aos coffeeshops de Amsterdã ou aos lounges de consumo regulamentados em cidades norte-americanas. Bares e eventos ao ar livre poderiam obter licenças para permitir o consumo de cannabis em ambientes controlados, como já ocorre com o álcool. Paralelamente, campanhas de conscientização pública devem reforçar o respeito aos espaços comuns e o consumo responsável.

Tratar o uso da maconha em locais públicos apenas como um problema de ordem ou de polícia é um erro estratégico e ético. É preciso construir políticas que enxerguem o usuário como cidadão pleno de direitos, e não como ameaça. E que compreendam o espaço público como lugar de convivência, negociação e respeito mútuo.

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Collor na cadeia e o Brasil no mesmo lugar

Prisão histórica do ex-presidente não esconde o fato de que políticos continuam agindo com cinismo e pouca consequência no país da impunidade

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Rombo bilionário no INSS: Onde está o dinheiro dos aposentados?

Rombo de R$ 6,3 bilhões no INSS revela falência ética e estrutural do sistema de proteção social

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Demonizar o produtor rural é um erro

Com apoio da ciência, da indústria e da experiência prática de agricultores visionários, o agro inovou para solucionar com problemas ambientais (como a erosão) e para aumentar a produtividade em menores áreas

Caso de agente da PRF evidencia, mais uma vez, que geração influencer é o desastre social do século

Há de se saber até onde os membros não só da PRF, mas de qualquer órgão ou instituição podem ir na exposição do que fazem e pensam sem comprometer e arrastar suas corporações para engajamentos que, destaca-se, elas não devem ter

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Abolição da escravatura no Brasil não encerrou ciclo de racismo e celebrou heróis errados

História tentou apagar personalidades negras e celebrar figuras brancas na luta antiescravização

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Diante da guerra tarifária armada por Trump, Elon Musk sumiu

O bilionário com ‘banca de fanfarrão’, Elon Musk fez declarações carregadas de hipocrisia contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e contra o ministro Alexandre de Moraes no último final de semana. As declarações ameaçando reativar perfis bloqueados pela Justiça da rede social X (antigo Twitter) resultaram na inclusão dele como investigado no inquérito das milícias digitais.

Musk ainda retrucou as reações incitando o parlamento brasileiro a combater o que chamou de “poder de um ditador brutal” de Moraes. O dono da rede social deve saber que o Brasil não é os Estados Unidos e fica claro que ele também não conhece o Brasil.

Ao criticar decisões da Justiça brasileira, o bilionário, que brinca de seu ‘deus’, sabe que não tem muito a perder no Brasil. Ele coloca o argumento da liberdade como primário, mas nunca se viu ele criticando o regime comunista chinês.

Por outro lado, não podemos esquecer que ele é o dono da Tesla que fabrica carros elétricos. A maior montadora da marca fora dos Estados Unidos fica na China e ele nunca abriu a boca para criticar o regime chinês, que proíbe o uso da rede social X no país. Ele não se atreveria.

Outro regime ditatorial que Elon Musk não se atreve a atacar é a Arábia Saudita. O bilionário recebe muitos investimentos do país no X. O país chega a condenar pessoas a mais de 10 anos por posts que criticam o governo de Mohammad bin Salman.

Apenas esses dois fatos mostram o quanto o bilionário é hipócrita, que critica por criticar e que desconhece profundamente o mundo que ele vive. O maior empreendedor do mundo também é o homem mais babaca do mundo. 

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A ditadura imposta por Trump nos Estados Unidos

O país, adorado pela direita brasileira, se tornou cada vez mais inóspito

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“Bandido bom é bandido… aliado?”

Na última segunda-feira, 14, 13 dos 17 deputados federais de Goiás votaram a favor da urgência da PEC da Anistia

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Paralisação de ações de “pejotização” é positiva, mas decisão do STF exige periculum in mora

No ano passado, a Justiça recebeu pelo menos 285.055 processos sobre reconhecimento de relação de emprego, de acordo com dados compilados pelo Tribunal Superior do Trabalho