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Aprovação da PEC da Blindagem prova que o Congresso opera na contramão da opinião pública

Cabe à população sondar em 2026 quais deputados sacrificaram seus interesses pessoais pelo bem da República

ruy ferraz
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Há apoio e clamor social pelo enfrentamento do crime; como momento se tornará ação é questão política

Parte do país deixou a ideia de que seria possível reformar organizações criminosas com gradualismo, e passou a apoiar punições mais duras

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Conferência do Clima da ONU (COP30) no Brasil está à beira de um vexame global

Atrasos em obras e colapso hoteleiro ameaçam a COP30 em Belém do Pará

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Do assassinato de Kirk aos extremos no Brasil: a democracia em risco

Na última quarta-feira, 10, o influenciador conservador Charlie Kirk foi assassinado durante um debate universitário em Utah

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Direito
Ao se antecipar para impedir anistia ou indulto à direita, Judiciário fere os pesos e contrapesos

O indulto presidencial é prerrogativa constitucional do chefe do Executivo. Já a anistia, quando aprovada, é fruto do debate democrático no Congresso Nacional, instituição composta por representantes escolhidos pelo povo

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O peso da história no voto de Cármen Lúcia

Sua intervenção foi mais do que técnica. Foi ética, histórica e sensível à dimensão institucional que o processo carrega

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O voto de Fux e os limites da interpretação judicial da democracia

Em 2014, o ministro votou a favor da descentralização de julgamentos de autoridades com foro privilegiado para as turmas

maior parte das propostas, com 11 menções, refere-se e a instituições de ensino e visam estabelecer a obrigatoriedade do estudo da Bíblia na grade curricular escolar (41)
Silvye, Soraya, Bia de Lima: não só as mulheres, mas a própria violência política de gênero é silenciada em Goiás

Desembargadores do TRE-GO concluíram que Amauri Ribeiro não cometeu violência política de gênero contra Bia de Lima

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O que o 7 de setembro deveria ser (e não é)

Data se transformou em celebração de ideologias e palanque político

Concurso Público | Foto: reprodução
Servidores públicos: estamos deixando passar quem não merece estar no cargo?

Segundo a OCDE, o Brasil ocupa o penúltimo lugar na lista de métodos de seleção de servidores na América Latina

Independência
7 de Setembro: A data da pátria transformada em conflitos ideológicos

O Brasil se prepara para celebrar o seu 203º aniversário de Independência não com união, mas com um cisma político. No coração de Brasília, um aparato de segurança monumental, envolvendo 4.500 militares e um rigoroso sistema de vigilância com drones e 1.300 câmeras, será implementado não para conter uma ameaça externa, mas para mediar a guerra fratricida entre brasileiros.

Este 7 de Setembro, data que deveria simbolizar a soberania e a identidade nacional, será marcado por uma disputa entre partidos, que cooptam o simbolismo pátrio para seus embates ideológicos, revelando como a nação se perdeu em suas próprias divisões.

A origem desta crise remonta a uma estratégia da direita bolsonarista. Com Jair Bolsonaro em prisão domiciliar, aliados do ex-presidente, principalmente do PL, orquestraram um plano logístico para maximizar a presença em manifestações pelo país.

A tática envolve concentrar atos em capitais como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília pela manhã, permitindo que lideranças viajem para o evento principal na Avenida Paulista, à tarde, considerado o epicentro dos protestos. Paralelamente, articularam a presença de Michelle Bolsonaro como a principal atração do ato em São Paulo, uma tentativa de galvanizar a base na ausência de seu principal líder.

Em resposta direta, partidos de esquerda e apoiadores do presidente Lula também convocaram suas próprias manifestações para a mesma data. A estratégia petista, por sua vez, busca reivindicar os símbolos nacionais, utilizando o slogan “Brasil soberano” e a bandeira verde e amarela, para defender uma agenda de resistência às pressões internacionais, notadamente do governo Trump, e apoiar as instituições democráticas.

Consequentemente, o que está sendo preparado não é uma celebração, mas um campo de batalha. De um lado, os bolsonaristas marcharão para criticar as investigações judiciais contra Bolsonaro, apoiar a aplicação da Lei Magnitsky contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) como Alexandre de Moraes, e vocalizar seu alinhamento com a política externa de Donald Trump. Do outro, os petistas sairão às ruas para defender a soberania nacional contra o que veem como interferência norte-americana e para apoiar o governo atual e o Judiciário.

Este antagonismo transforma a data mais simbólica do calendário cívico brasileiro em um lugar de antagonismos partidários, perdendo completamente seu significado universal. O 7 de Setembro não pertence a um partido, a um presidente ou a uma ideologia; pertence a todos os brasileiros.

A data que deveria ser um ponto de união tornou-se o ápice de uma disputa que enfraquece a democracia e aliena o cidadão comum, que vê a política não como um meio de melhorar o país, mas como um fim em si mesma, um jogo de poder onde a pátria é apenas um prêmio a ser conquistado.

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“Na linha de tiro”, morte de jornalistas ao redor do globo cresce ao passo que o mundo perde vozes 

246 jornalistas morreram no massacre de Israel à população em Gaza

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Pela gravidade das acusações contra Bolsonaro, deve-se exigir rigor de seu julgamento

O legado de Bolsonaro é a institucionalização da violência e por isso ele deve ser punido, mas o autoritarismo não se combate com autoritarismo

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10 promessas que Lula não cumpriu (e provavelmente nem cumprirá)

Embora tenha cumprido promessas importantes para a sua cartilha ideológica, como o reajuste do salário-mínimo acima da inflação e a retomada do Minha Casa Minha Vida, o governo Lula enfrenta desafios políticos, econômicos e administrativos que dificultam a execução de compromissos mais ambiciosos