Bastidores
Os Vilelas, além de terem remontado a estrutura política do PMDB em 2016, conseguiram eleger dois deputados federais e isto é o que conta em Brasília
Bancado por Samuel Almeida, o advogado e evangélico tem o perfil técnico cobrado por Iris Rezende
[caption id="attachment_80998" align="alignright" width="620"]
Facebook[/caption]
Oseias Varão, vereador eleito pelo PSB, pode ser o tertius para presidente da Câmara Municipal de Goiânia? Difícil, mas não impossível. Depois de uma experiência frustrada com alguns aliados, o prefeito eleito da capital, Iris Rezende, tem dito que o presidente do Legislativo deve pertencer aos quadros do PMDB. Os nomes mais cotados são os de Andrey Azeredo — o preferido tanto de Iris Rezende quanto de Iris Araújo —, de Clécio Alves e de Wellington Peixoto.
Indicar que o PMDB tem nomes para presidente da Câmara equivale a sugerir que outros nomes estão vetados? Não necessariamente. Ressalte-se que, embora seja filiado ao PSB, o conceituado advogado eleitoral Oseias Varão, acatando o comando de seu principal aliado, o ex-deputado Samuel Almeida, apoiou a candidatura de Iris Rezende, não a de Vanderlan Cardoso, do PSB, para prefeito da capital.
Assim como Andrey Azeredo, Oseias Varão tem o perfil técnico “exigido” por Iris Rezende para presidir a Câmara.
O parlamentar do PSL afirma que não faz joguinhos e enfrenta as oposições com firmeza e sem meio-termo
Dinheiro é fundamental para a disputa de mandato de deputado. Para senador, é preciso de apoio maciço do grupo político
Pragmático, o tucano-chefe aposta primeiramente em José Eliton, mas, se o vice não emplacar, pode bancar outro postulante
O político de Goiás é apontado como um dos auxiliares e aliados mais próximos do presidente Michel Temer
Gustavo Sebba vai bancar Jean Carlo para deputado federal, em 2018, e o segundo vai bancar o primeiro para deputado estadual
[caption id="attachment_80991" align="alignright" width="620"]
Arquivo[/caption]
Os deputados Gustavo Sebba, do PSDB, e Jean Carlo, do PHS, acertaram dobradinha para a disputa eleitoral de 2018. Candidato à reeleição, Gustavo Sebba já está falando como representante de Itaberaí na Assembleia Legislativa de Goiás e vai bancar Jean Carlo para deputado federal em Catalão e no entorno do município.
Parlamentares sustentam que, apesar de a estrutura ser imensa, a SED não tem recursos para investimentos
[caption id="attachment_78614" align="alignleft" width="221"]
Márcio Ceciliano: PSDB[/caption]
O prefeito de Vianópolis, Issy Quinan, do PP, disse que apoia o prefeito de São Miguel do Passo Quatro, Márcio Cecílio Ceciliano, para presidente da Associação Goiana de Municípios (AGM), porque ele “tem uma visão municipalista mais ampla. Quer melhorar a situação das prefeituras, não quer tirar proveito político do cargo. Por isso conta com o apoio de mais de 100 prefeitos. Não digo que é imbatível, mas é o candidato mais consistente eleitoralmente e em termos de experiência”.
O senador Wilder Morais deve pôr as barbas de molho, pois, além dos adversários externos, agora tem um rival no PP
[caption id="attachment_80978" align="alignright" width="620"]
Sede do TCM em Goiânia[/caption]
Conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios decidiram brincar de deus e começaram a aumentar salários e conceder gratificações. Nefelibatas, nem percebem que há uma crise poderosa solapando as base da sociedade.
Mas o governador Marconi Perillo pôs fim ao “trem da alegria”. A extinção do TCM não está descartado. Como em outros Estados, suas responsabilidades seriam transferidas para o TCE.
A maioria dos deputados estaduais é favorável à extinção do TCM, tido como desnecessário e caríssimo para a sociedade.
Figuras importantes da política, se garantirem que dialogaram com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), e “confirmarem” que receberam convites ou sondagens para ocupar secretarias, estão “atacando”, de frente, a verdade.
É oficial: o tucano-chefe não conversou com ninguém, absolutamente ninguém, sobre a reforma do secretariado. Frise-se: não é sua prioridade no momento. Detalhe: e sondagem não é convite.
Tancredo Neves recebeu um aliado, que lhe disse mais ou menos assim: “Meus correligionários estão pressionando para saber por que ainda não fui convidado para o governo”. O então governador de Minas Gerais teria dito, maliciosamente: “Diga que foi convidado, mas não aceitou o cargo”.
Marconi Perillo só vai discutir a reforma do secretariado, com definições, na última semana de dezembro. Portanto, até lá, tudo que se publicar em jornais será especulação. Ressalte-se que a reforma poderá ficar para janeiro ou fevereiro.
Ah, dirão: e o Fernando Navarrete, que irá para a Secretaria da Fazenda? No caso, o competente economista e advogado foi indicado porque a secretária Ana Carla Abrão vai deixar o cargo para trabalhar na iniciativa privada, em São Paulo.
Em nenhum momento — leia de novo: em nenhum momento — o governador Marconi Perillo convidou a deputada federal Flávia Morais (PDT) para ocupar uma secretaria.
Dizer isto não significa que o tucano-chefe a vete para algum cargo. O que se está dizendo é que alguém plantou uma nota falsa a respeito no jornal “O Popular” sobre um assunto que não foi conversado. Flávia Morais pode, sim, amanhã ou depois de amanhã ser indicada para uma secretaria.
De fato, há um problema: a cúpula nacional pressiona Marconi Perillo para que “devolva” Sandes Júnior à Câmara dos Deputados. Alegação: a perda de um parlamentar enfraquece o PP junto ao governo do presidente Michel Temer.
O PP tem dois ministérios importantes (Sáude e Agricultura) e o presidente da Caixa Econômica Federal. Motivo: sua bancada perde para poucos partidos no Congresso Nacional.
Na sexta-feira, 25, Marconi Perillo foi o primeiro a chegar ao Palácio Alvorada para o almoço dos tucanos com o presidente Michel Temer.
Assim, o tucano e o peemedebista conversaram, a sós, durante 15 minutos. Em seguida, chegou a cúpula tucana.
Fernando Henrique Cardoso e Marconi Perillo sentaram-se juntos e conversaram e riram muito. O humor do ex-presidente e do governador estava afiado. Falaram sobre vários assuntos, como a sucessão presidencial. Aliás, FHC disse, na semana passada, que o PSDB terá candidato a presidente em 2018. E tem citado o nome de Marconi Perillo, de Geraldo Alckmin e José Serra, sem descartar Aécio Neves.

