Bastidores
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Reprodução[/caption]
O presidente nacional do PHS, Eduardo Machado, tomou doril por algumas semanas, em andanças pelo mundo. Como Ulisses, um dia voltará à sua Ítaca.
O presidente regional do PHS, Jean Carlo, e o presidente metropolitano, Marcelo Augusto, não falam há mais de um mês com Eduardo Machado. Todos estão de férias, afinal.
Uma coisa é certa: Eduardo Machado é quase onipresente em todo o país. Trata-se de um líder incansável, que dá assistência às suas bases. Em Goiás e Goiânia, como confia (porque o contato é mais estreito, por serem do mesmo Estado) em Jean Carlo e Marcelo Augusto, deixa o comando exclusivamente por conta deles.
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Divulgação[/caption]
O presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, comemorou, na semana passada, a informação (dada pelo senador Wilder Morais) de que Sandes Júnior (PP) volta, no início de fevereiro, à Câmara dos Deputados.
Na opinião de Ciro Nogueira, Sandes Júnior não é o deputado que faz discursos pomposos, e sim aquele que apresenta projetos que contribui para melhorar a qualidade de vida das pessoas.
O projeto que concede pensão para as vítimas do Césio, por exemplo, é do parlamentar. Está prestes a ser aprovado.
Em 2018, se houver intervenção agora, o PSD subirá no palanque do peemedebista
No PMDB, o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia é o único que supera o senador do DEM
Auditoria tende a mostrar que endividamento da prefeitura, sob Miller Assis, é espantoso
Policiamento ostensivo e comunicação entre moradores pelo WhatsApp contribuíram para aumentar a segurança
Deputado do Entorno de Brasília não quer volta da tucana ao comando da Secretaria Cidadã
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Misael Oliveira Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption]
Misael Oliveira (PDT) disse ao Jornal Opção que reassumiu o cargo de agente fazendário da Secretaria da Fazenda.
O ex-prefeito de Senador Canedo frisa que pode até disputar mandato de deputado estadual em 2018, mas antes terá uma longa conversa com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).
Pessedista diz que novo secretário demora seis meses para ser aceito pela Polícia Civil e seis meses para ser aceito pela PM
O jornalista queria chefiar a Secom, mas o prefeito preferiu nomear Luiz Felipe Gabriel
O irismo deveria se defender e contestar as denúncias de Jorge Kajuru
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Reprodução[/caption]
Há quem acredite que, dadas as ligações do secretário e ex-deputado Vilmar Rocha e do deputado federal Thiago Peixoto, os líderes do PSD vão ficar amuados, vão garantir que não apoiam José Eliton (PSDB) para governador, mas, depois, vão recompor.
Pode até. No momento, prevalece a tese, mais defendida por Vilmar Rocha, de que não se deve apoiar José Eliton para governador. O peemedebista Maguito Vilela está cada vez mais convicto de que Thiago Peixoto e Vilmar Rocha podem compor chapa majoritária com o PMDB em 2018.
Vilmar Rocha iria para senador e Thiago Peixoto seria o vice de Maguito Vilela (ou Daniel Vilela).
Se prevalecer a teoria de que é preciso abandonar o barco de José Eliton, trocando-o pelo barco de Maguito Vilela (vale o registro de que o PSD participa do governo do peemedebista Gustavo Mendanha em Aparecida de Goiânia), os integrantes do PSD devem deixar o governo tucano no fim de março de 2018.
Será que os goianienses vão apreciar um secretariado sujo “limpando” a cidade?, pergunta um petista
O parlamentar frisa que o partido não apoiará o senador para governador em 2018
Tida como secretária sem pasta e prefeita honorária, dada sua onipresença na prefeitura, Iris Araújo opera para reduzir a força política do líder evangélico

