Bastidores
A professora Telma Gomes, mãe da procuradora-geral da Prefeitura de Goiânia, Ana Vitória, assinou manifesto dos intelectuais em defesa do líder do PT
Pré-candidato a deputado estadual, Renato Bernardes deve fazer dobradinha com Sandes Júnior, postulante a deputado federal, em Goiânia e, entre outros municípios, em Nova Aurora. Sandes Júnior, por sinal, espera obter mais de 120 mil votos nas eleições de 2018. Para não ficar como suplente e não ficar na dependência de outros postulantes. Renato Bernardes pertence ao grupo de Sandes Júnior e afirma que o PP vai reeleger o senador Wilder Morais.
O Hospital São Paulo, dirigido por associação de Ipameri, está prestes a fechar as portas, devido às suas instalações precárias e à falta de dinheiro. Quando dirigentes do Hospital São Nicolau, de Catalão, decidiram assumir o controle do prédio do hospital, para recuperá-lo, encontrou resistência dos médicos. A prefeita Daniela Vaz, o vereador Alisson Rosa e Fauze Abdalla defendem um novo hospital para a cidade, como o São Nicolau. O que salva a população é a qualidade do pronto-socorro municipal.
O vilelismo estaria prestes uma nova panelinha no PMDB? Não se sabe. Mas, ao deixar o JBJ, Leandro Vilela pode ser candidato em 2018
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Daniel Vilela e Leandro Vilela | Fotos: Reprodução[/caption]
O vilelismo pode bancar dois políticos da família para a disputa eleitoral de 2018. Leandro Vilela, que já foi parlamentar federal, estaria planejando voltar à Câmara dos deputados. Tanto que deixou o JBJ — grupo dirigido pelo empresário Júnior Friboi —, que atua tanto na área de frigorífico, o Mataboi, quanto na área de construção civil. A Lava Jato, que investiga a JBS-Friboi mas não a JBJ, parece ter assustado o jovem executivo. O deputado estadual José Nelto, que vai disputar mandato de deputado federal e esperava contar com os colégios eleitorais de Daniel Vilela, pode ficar a ver navios — se confirmada a postulação de Leandro Vilela. O segundo postulante do vilelismo é o deputado federal Daniel Vilela, que articular para disputar o governo de Goiás.
Vilelistas sugerem que Leandro Vilela vai cuidar dos próprios negócios e, pelo menos no momento, não cogita disputar mandato. Mas admitem que é preciso esperar 2018 para saber o que realmente o ex-deputado planeja fazer. Sua mulher abomina, mas ele gosta de política.
O vice-governador José Eliton compareceu e foi muito bem tratado pelos representantes do vilelismo, como Daniel Vilela e Gustavo Mendanha
O presidente da Assembleia Legislativa de Goiás já é cotado para a disputa do governo em 2022
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Foto: Reprodução Alego[/caption]
Candidato a reeleição, o presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti, começa a ser apontado como um político qualificado para o chamado pós-Marconi Perillo. Ele tanto pode disputar a Prefeitura de Goiânia em 2020 quanto o governo do Estado em 2022.
Do vice-presidente do PP metropolitano, Renato Bernardes: “José Eliton vai ser eleito governador de Goiás em 2018 por cinco motivos. Primeiro, porque representa a renovação da política de Goiás. Segundo, porque não tem desgaste. Terceiro, porque tem experiência e conhece Goiás. Quarto, porque é um político democrático, que pensa para frente, sem rancores. Quinto, porque sua base política representa um exército eleitoral poderoso”.
Renato Bernardes sugere que José Eliton é o candidato de um projeto político e administrativo vitorioso e aprovado pelos eleitores de Goiás. “Nós fomos testados e aprovados pelos eleitores”, afirma.
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Deputado Frederico Nascimento | Crédito: Marcos Kennedy |[/caption]
Candidato a deputado estadual, Frederico Nascimento deve deixar o PSD. Acredita que, filiado a um partido nanico, tem mais chance de ser eleito.
Frederico Nascimento, que já foi deputado estadual, acredita que, se filiado a um partido como o PTN, tem mais chance de voltar ao Legislativo. Hoje, é diretor da Assembleia de Goiás.
O irismo trabalha, em tempo integral, para afastar o PT da aliança com o PMDB em 2018. Tese de um irista: “Aliar-se ao PT, mesmo com bons nomes como o vereador Antônio Gomide e o deputado federal Rubens Otoni, é caixão e vela preta”.
O fato é que o PT acabará tendo de bancar um candidato a governador. Se Antônio Gomide optar pela Assembleia Legislativa — Rubens Otoni disputa a reeleição —, é provável que o partido lance Ceser Donizete ou a professora Kátia Maria dos Santos para governador. Nem que seja para cumprir tabela.
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Fotos: Fernando Leite/ Jornal Opção e Ana Paula / Agência Brasil[/caption]
O ex-governador Alcides Cidinho Rodrigues deve ser candidato a deputado federal pelo PRP de Jorcelino Braga. Já tem até escritório político em Goiânia.
Alcides Rodrigues quer pegar carona numa possível avalanche de votos para o vereador Jorge Kajuru, do PRP. Resta saber se o vereador vai querer carregar o candidato-mochila
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Deputado Jean Carlo | Foto Y. Maeda / Alego[/caption]
O deputado estadual Jean Carlo tem um sonho: se tornar deputado federal. Ele quase não para mais em casa: quando não está na Assembleia Legislativa, está no interior, montando e ampliando sua base eleitoral para a disputa de 2018.
Uma coisa é praticamente certa: Jean Carlo será candidato pelo PSDB do vice-governador José Eliton ou pelo PP do senador Wilder Morais.
Outra coisa quase certa: o deputado deve sair do PHS nos próximos dias ou meses. Quando o PHS anunciou apoio ao senador Ronaldo Caiado, provável candidato do DEM a governador de Goiás, Jean Carlo sentiu-se desconfortável. O parlamentar apoia a candidatura de José Eliton para governador e a de Marconi Perillo para senador.
Um grupo político, numa espécie de golpe “de Estado” ao estilo da República das Bananas, tomou o controle político do PHS de Eduardo Machado.
Tal grupo afirma que é definitivo. Mas aliados de Eduardo Machado contestam a informação.
Um fato é verdadeiro: Eduardo Machado organizou o PHS em todo o Brasil. Com o partido organizado, e chamado para discutir questões cruciais em Brasília, o olho grande de vários políticos cresceu. Ele teria sido traído por “amigos” e “aliados”.
Se tivesse um deputado federal em Goiás, Eduardo Machado dificilmente teria perdido o controle nacional do PHS.
Detalhe: a crise do PHS não tem a ver, no principal, com a política de Goiás. O golpe é de matiz nacional.
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Vice-governador José Eliton e deputado estadual Gustavo Sebba | Foto: Divulgação / Facebook[/caption]
O deputado estadual Gustavo Sebba (PSDB) articulou um encontro de lideranças políticas em Catalão, há alguns dias, para anunciar a pré-candidatura do tucano José Eliton para governador de Goiás, em 2018.
Os prefeitos do Sudeste e da região da Estrada de Ferro estiveram presentes, assim como o senador Wilder Morais (PP) e o deputado estadual Jean Carlo (que, candidato a deputado federal em 2018, dobrará com Gustavo Sebba), do PHS.
A presença de políticos era tão grande que alguém jura que até o prefeito de Catalão, Adib Elias, passou por lá. Na verdade, não passou. Mas pode ter ficado com vontade, porque, populista, o peemedebista adora multidão.
O peemedebista pode ser candidato a governador de Goiás pelo PMDB? Ele gostaria de ser vice de Ronaldo Caiado
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Reprodução / Facebook[/caption]
Espera-se que, ao final de sua gestão, em dezembro de 2020, Paulo do Vale não tenha de mudar o nome para Paulo do Buraco. Até agora, o prefeito faz uma gestão com mais mídia (regiamente paga?) do que com ações criativas.

