Bastidores
Comenta-se, entre os amigos do empresário Samir Hajjar, de Anápolis, que sua filha, a cardiologista Ludhmila Abrahão Hajjar — professora da Universidade de São Paulo e médica do Hospital Sírio-Libanês — vai elaborar o plano de saúde da campanha do pré-candidato a governador pelo DEM, Ronaldo Caiado.
Reportagens de jornais contam que Ludhmila Hajjar, da equipe do cardiologista Roberto Calil — responsável pelo tratamento cardiológico de pelo menos 20% do PIB empresarial do país —, é uma profissional “ocupadíssima”. Tanto que, em tom amistoso, colegas dizem que parece que são duas: a Ludhmila e a Hajjar. Tal o número de suas atividades médicas e acadêmicas. Trata-se de uma workaholic.
Cada coligação pode lançar até 27 candidatos a deputado federal. Se quiser, pode lançar menos, porém não mais.
Lembrando que 30% das vagas devem ser dirigidas às mulheres.
Estrategistas apostam que base aliada deve eleger 13 parlamentares e a oposição no máximo quatro
Se sair da base governista, a presidente do PSB pode se tornar a Wilder Morais de terninho
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Montagem[/caption]
A pesquisa Realtime/TV Record confirma, para senador, a liderança, ainda que apertada, de Marconi Perillo (PSDB), com 23%. Lúcia Vânia (PSB) tem 22%, seguida de Jorge Kajuru (PRP) com 19%. Demóstenes Torres (PTB) é o quarto colocado, com 11%. Em seguida, vêm Vanderlan Cardoso (PP) com 7% e Vilmar Rocha (PSD) e Wilder Morais (DEM) com 5%. Pedro Chaves (MDB) tem 4%, Luis Cesar Bueno (PT) tem 2% e Agenor Mariano (MDB) tem 1%.
O quadro para senador está indefinido. A tendência é que, com a campanha e dada sua ligação com líderes de todas as cidades de Goiás, Marconi Perillo deslanche. A segunda vaga tende a ser disputada por Lúcia Vânia, Jorge Kajuru e Demóstenes Torres (que está construindo uma base densa).
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José Eliton em reunião na FIEG - Foto: Mantovani Fernandes[/caption]
O governo de José Eliton é aprovado por 44%, 35% não aprovam e 21% não sabem avaliar. Trata-se de um dado positivo, porque a aprovação tende a ser maior do que a apresentada a partir de uma pergunta rígida, sem nuances.
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Montagem/Arquivo[/caption]
Se Thiago Peixoto (PSD) for definido como vice do pré-candidato a governador pelo PSDB, José Eliton, sua estrutura eleitoral será herdada não por Vilmar Rocha, e sim por Francisco Júnior (PSD).
Frise-se: Thiago Peixoto está cotadíssimo para vice. Mas, habilidoso, continua fazendo campanha para deputado federal. Ele costuma dizer que “ninguém” é candidato a vice.
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Divulgação[/caption]
Na quinta-feira, 28, dezesseis deputados estaduais da base governista se reuniram para discutir a atuação de João Furtado como secretário de Governo. Quatorze parlamentares — não se posicionaram Cláudio Meirelles e Eliane Pinheiro — relatam que o auxiliar do governador José Eliton não os recebe e não atende seus telefonemas.
O Jornal Opção ouviu um político que é ligado a João Furtado. Sua opinião: “O problema é que João Furtado é, acima de tudo, um legalista. Em período eleitoral, as pessoas querem tudo às pressas, e ele não funciona assim. O secretário, procurador do Estado, não aceita passar por cima da lei”.
A missão é coordenada pelos emedebistas que bandearam-se para o senador do DEM
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Seduce[/caption]
De um deputado federal da base governista: “Jornalista que acredita que Raquel Teixeira — de quase 72 anos — pode ser vice do governador José Eliton certamente também acredita que o presidente dos Estados Unidos não é Donald Trump, e sim o Curupira”.
Não há nada que desabone Raquel Teixeira, política decente e qualitativa. O problema é que o PSDB não terá três representantes na chapa majoritária: José Eliton, para o governo, Raquel Teixeira, na vice, e Marconi Perillo, para o Senado.
PTB, PP e PSD querem participar da chapa majoritária — com Demóstenes Torres (PTB), Heuler Cruvinel (PP) e Thiago Peixoto (PSD). É o motivo pelo qual Raquel Teixeira é carta fora do baralho. Só isso.
Aposta-se que a bancada federal do MDB vai ficar circunscrita a Iris Araújo — o que aumentará o poder do prefeito de Goiânia, Iris Rezende, na sua luta contra o grupo dos Vilelas. Não há nenhum outro nome consistente eleitoralmente, exceto, claro, se Maguito Vilela for candidato à Câmara dos Deputados.
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Arquivo[/caption]
Nos encontros do MDB, Iris Araújo, pré-candidata a deputada federal, chega a falar 40 minutos. Parlamentares sugerem que alguém alerte a decana de 75 anos que, nos tempos atuais, é preciso falar menos — senão a plateia dorme, corre para o celular ou fica com raiva.
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Daniel Vilela e Maguito Vilela[/caption]
O MDB tem dois nomes fortes para a disputa da Prefeitura de Goiânia em 2020: Daniel Vilela — se não for eleito governador de Goiás — e seu pai, Maguito Vilela. Terão, claro, de vencer a resistência de Iris Rezende (não deve disputar), que aposta no presidente da Câmara Municipal, o emedebista Andrey Azeredo.
A eleição está longe? Pouco mais de dois anos.
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Demóstenes Torres (PTB) em entrevista ao Jornal Opção | Foto: Fernando Leite[/caption]
O procurador de Justiça Demóstenes Torres, pré-candidato a senador pelo PTB, recebeu elogios do corregedor do Conselho Ncional do Ministério Publico (CNMP), Orlando Rochadel, pela sua atuação no Senado Federal.
Segundo Rochadel, Demóstenes foi um parlamentar atuante e se empenhou pela aprovação de leis que fortaleceram a ação do Ministério Público.
Muitas leis que tornaram exequíveis operações de combate à corrupção, como por exemplo a Lavajato, são de autoria do ex-senador goiano.
Os elogios ao ex-senador foram feitos na posse do procurador-geral de Justiça de Goiás, Benedito Torres, irmão de Demóstenes, na presidência do CNMP.
Presidente da Juventude do PSD é pré-candidato a deputado estadual



