Bastidores

Encontramos 19508 resultados
IMG_8692
Leopoldo da Veiga Jardim, Yara Nunes, Kleber Adorno e Ademir Luiz são cotados para a Secretaria da Cultura

No momento, os três nomes mais fortes são, pela ordem, Yara Nunes, Kleber Adorno e Leopoldo da Veiga Jardim. Ademir Luiz apoia a primeira

Presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, ao lado do Gustavo Gayer | Foto: Bruna Ariadne/Jornal Opção
Gustavo Gayer deve assumir a presidência do PL em Goiás

A maioria dos membros do PL no Estado não quer que o candidato derrotado a governador Wilder Morais fique no comando do partido

PSD deve ter dois ministérios num possível governo de Flávio Bolsonaro

Gilberto Kassab é cotado para a Casa Civil e Ronaldo Caiado para o Ministério da Segurança (ou da Agricultura)

daniel-vilela-e-baleia-rossi-mdb-divulgação-1024x683
MDB nacional vai declarar apoio integral a Flávio Bolsonaro na terça-feira

Baleia Rossi havia cogitado liberar os partidários no país (porque há quem apoie Lula da Silva), mas acabou decidindo oficializar o apoio

Renata Lacerda Noleto Foto divulgação1300 p 867
Saiba quem pode compor o novo secretariado do governador Daniel Vilela

Gean Carvalho, Renata Noleto e José Frederico vão permanecer no governo. Nomes novos devem ocupar cargos de proa na segunda gestão do emedebista

Issy Quinan foto Assembleia Legislativa1300 por 867
Presidente da Assembleia vai ser Issy Quinan, Talles Barreto ou Virmondes Cruvinel

O mais ligado ao governador Daniel Vilela é o emedebista Issy Quinan. Mas ele precisa conquistar os aliados. Talles e Virmondes estão fortemente no jogo

A base política do governador de Goiás, Daniel Vilela, do MDB, decidiu que não se terá disputa para presidente da Assembleia Legislativa. Estabelecido o consenso, será lançado um único candidato.

Talles Barreto: líder do governo na Assembleia Legislativa | Foto: Guilherme Alves/Jornal Opção

Há pelo menos sete nomes se colocando para a disputa: Cairo Salim (MDB), Issy Quinan (MDB), Jamil Calife (pP), Lissauer Vieira (PL), Paulo do Vale (PSD), Talles Barreto (União Brasil) e Virmondes Cruvinel (União Brasil).

Dos citados, Lissauer Vieira é praticamente carta fora do baralho. Até porque Paulo do Vale — que conseguiu eleger o filho, Lucas do Vale, para deputado federal — não aceitaria sua indicação. Ademais, não tem lógica Daniel Vilela ter sido eleito governador para premiar um adversário que jogou pesado contra ele e apoiou Wilder Morais, do PL.

Paulo do Vale é um nome sólido e respeitado. É tão ligado a Daniel Vilela quanto ao ex-governador Ronaldo Caiado (PSD). É um gestor categorizado, como ampla experiência, e é bom de voto (basta dizer que foi eleito apenas com os votos de Rio Verde). Porém, como deputado de primeiro mandato, dificilmente será escolhido para presidir a Assembleia.

virmondes-cruvinel-foto-divulgação
Virmondes Cruvinel: deputado estadual pelo União Brasil | Foto: Assembleia Legislativa de Goiás

Firmou-se o consenso de que o próximo presidente da Assembleia será um deputado já com mandato, ou seja, com experiência. Novatos, como Romário Policarpo, não participarão da disputa, pelo menos não com chance de serem eleitos.

Na verdade, há três deputados que estão fortemente no jogo: Issy Quinan, Talles Barreto e Virmondes Cruvinel.

Issy Quinan, dos deputados, é o mais ligado ao governador Daniel Vilela. Porém, não basta ter o apoio do gestor estadual. Ele necessita conquistar os votos dos colegas. Precisa, portanto, articular diretamente com eles, sem mediações de terceiros.

Hoje, Issy Quinan é favoritíssimo para presidir a Assembleia. É visto como gestor competente e sério.

Talles Barreto, líder do governo, é respeitado por Daniel Vilela e Ronaldo Caiado e tem bom trânsito com os deputados. É, portanto, um nome forte.

Virmondes Cruvinel, um dos mais longevos deputados, é forte e tem a confiança dos colegas. Não tem arestas e se relaciona bem com Daniel Vilela, Ronaldo Caiado e Bruno Peixoto (presidente da Assembleia, recém-eleito deputado federal).

Um dos objetivos de Virmondes Cruvinel, se eleito presidente, é aproximar o PL do governo.

Dos mais cotados, um será presidente, o outro será vice-presidente e o terceiro será primeiro-secretário ou então presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). (E.F.B.)

IMG_6579
Bastidores
Após tragédia e 1º turno, começam as movimentações para a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Anápolis

Entre os nomes que já são cotados para a disputa está o da própria Andreia Rezende, atual presidente, e o de José Fernandes, vice-presidente e atual líder do prefeito Márcio Corrêa na Câmara

Talles Barreto pode ir para um tribunal de contas e Lincoln Tejota deve permanecer na Assembleia

Comenta-se, nos bastidores da Assembleia Legislativa, que o deputado reeleito Talles Barreto, do União Brasil, assumirá, em 2027, uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas dos Municípios ou no Tribunal de Contas do Estado (TCE).

A história de que Talles Barreto irá para o um tribunal de contas é antiga, mas agora se fortaleceu.

Lincoln Tejota: deputado estadual pelo União Brasil | Foto: Divulgação da Assembleia

Se o deputado realmente for indicado para um tribunal de contas, o deputado estadual Lincoln Tejota — que ficou como primeiro suplente em 2026 do União Brasil — assumirá sua vaga, em 2027, na Assembleia.

O nome do deputodo estadual Virmondes Cruvinel também é cotado para assumir vaga num tribunal de contas. Mas ele prefere ser presidente da Assembleia. (E.F.B.)

3 candidatos a senador obtiveram mais votos do que Wilder Morais

A votação de Gustavo Gayer, de Gracinha Caiado e Zacharias Calil foi mais expressiva do que a de Wilder Morais. Ele quase foi superado até por Oséias Varão

Wilder Morais e Gustavo Gayer
Gustavo Gayer obteve mais do que o dobro dos votos de Wilder Morais

O deputado foi eleito senador com 1.639.247 votos. Wilder Morais, derrotado para governador, obteve apenas 797.141 votos

Deputado estadual Wilde Cambão | Foto: Hellen
Dos 5 deputados estaduais eleitos pelo Entorno do DF 4 não são da região

Wilde Cambão é de Luziânia. André do Premium é de Minas. Joscilene do Cambão é do Tocantins. Anderson Teodoro é de Goiânia. Keké da Vulcanic é da Bahia

Paulo Daher e Clécio Alves e Felipe Cecílio Fotos Reproduções
3 falastrões que foram defenestrados pelos eleitores de Goiás

A votação de Felipe Cecílio não daria para eleger um vereador em Goiânia. A de Paulo Daher não elegeria um vereador em Nerópolis. Clécio Alves não teve a metade dos votos que conquistou em 2022

Há dois tipos de falastrões: o que xingam por xingar — verdadeiros “xingólogos”, reis do destempero verbal — e os que xingam ideologicamente. Não se sabe exatamente qual é o pior. Mas, em geral, os falastrões aleatórios são mais desrespeitosos.

Falar muito, atacando as pessoas, pode até empolgar aliados, sobretudo os remunerados. Mas não empolga os eleitores. Vale citar o caso de três falastrões que se tornaram desastres eleitorais em 2026.

1

Clécio Alves: derrota acachapante

Clécio Alves: um dos fracassos do PSDB | Foto: Guilherme Alves/Jornal Opção

Clécio Alves (PSDB) foi eleito deputado estadual, em 2022, com 28.322 votos. Na Assembleia Legislativa de Goiás, passou a xingar em tempo integral, no lugar de apresentar projetos para melhorar a vida das pessoas.

O resultado veio a cavalo, por assim dizer. Na eleição de 2026, Clécio Alves obteve 14.087 — menos da metade do que conquistou quatro anos antes. A língua viperina do deputado pode ter contribuído para derrotá-lo. Os eleitores o viram, possivelmente, com um político desagregador.

2

Felipe Cecílio, rei do destempero

Felipe Cecílio: um dos principais fracassos do PSDB | Foto: Instagram

Felipe Cecílio gritou tanto, durante a campanha eleitoral, que parecia que estava mordendo os outros e até a própria língua. Espalhou “veneno” em várias direções. Talvez a única crítica pertinente tenha sido a que fez ao deputado federal Professor Alcides Ribeiro, seu parça no PSDB.

Mesmo falando a torto e a direito, Felipe Cecílio obteve apenas 3.746 votos (votação que não daria para elegê-lo vereador em Goiânia). A votação representa 0,39% dos eleitores. Ele foi candidato a deputado federal.

3

Paulo Daher, xingador-mor

Paulo Daher: sua votação não daria para elegê-lo vereador em Nerópolis | Foto: Reprodução

Outro xingador-mor é o médico Paulo Daher (DC). Ele tentou conquistar votos xingando políticos, desrespeitando-os. Porém, a tática não deu certo: o veneno virou-se contra o feiticeiro.

Paulo Daher, príncipe do veneno político, conquistou apenas 876 votos (0,02% dos votos válidos) na disputa para deputado federal. A votação não o elegeria vereador em Nerópolis, uma cidade relativamente pequenos que fica relativamente próxima de Goiânia.

Se não repensarem seu discurso, se não entenderem que os tempos mudaram — e que precisam se tornar contemporâneos dos goianos, cada vez mais modernos —, Clécio Alves, Felipe Cecílio e Paulo Daher vão ser expelidos de vez da política. (E.F.B.)

Nelson_Adib_Velomar_Jamil-scaled-1
Velomar impõe a primeira derrota sobre Adib Elias. A segunda será em 2028?

Jamil Calife foi e é o instrumento do prefeito de Catalão para enfraquecer Adib Elias. O gestor municipal operou para derrotar o ex-aliado

Marcio Corrêa e Flávio Bolsonaro e Gustavo Gayer Foto Divulgação
O show de vitórias de Márcio Corrêa e o vexame eleitoral de Wilder Moraes

O senador do PL não ganhou nada na disputa deste ano. Márcio Corrêa contribuiu para a vitória de Flávio Bolsonaro, Gustavo Gayer, Major Vitor Hugo, Carol do Amiltinho, Celio Silveira e Daniel Vilela

Vingança é um prato que se come frio: Marconi não quis aliança com o PT e perdeu até para Luis Cesar Bueno

Luis Cesar Bueno ficou em terceiro lugar, com 9,82% dos votos válidos (356.692 votos). Marconi Perillo, o quarto colocado, obteve 8,69% dos votos válidos (315.676 votos)