Uma vaga tanto no Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO) quanto no Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO) pode ser posta à mesa de negociações da distribuição de cargos na nova legislatura da Assembleia Legislativa de Goiás e no novo mandato do governador reeleito Daniel Vilela (MDB).

Conforme apurado pela coluna Bastidores, a possibilidade de vacância nesses dois órgãos passou a ser discutida “a boca miúda” entre parlamentares da Alego paralelamente às articulações para a escolha do novo presidente da Casa.

A indicação de um deputado para uma cadeira de conselheiro do TCE demandaria obrigatoriamente a aposentadoria de algum integrante da Corte. Nos bastidores, já corre a informação de que Helder Valin, que hoje preside o TCE, poderia tirar seu time de campo.

Não há, contudo, nenhuma manifestação por parte de Valin que corrobore essa hipótese. Mesmo assim, alguns nomes já são citados como substituto, entre eles o do deputado Célio Silveira.

Da mesma forma, uma vacância no TCM deve ser precedida da aposentadoria de algum dos conselheiros. Há quem diga que o próximo a deixar o órgão pode ser Joaquim de Castro ou Valcenôr Braz. Contudo, ambos negam a informação. “Só sairei quando completar 75 anos”, disse Castro, que hoje tem 68. Já Braz, que hoje tem 72, pode deixar o TCM somente em 2029, quando completa 75.

Na disputa pelo comando da Alego, como já adiantado pela coluna Bastidores, têm ganhado peso na disputa os deputados Issy Quinan (MDB), Virmondes Cruvinel (UB) e Talles Barreto (UB). Desses, Issy desponta como favorito (e é o mais ligado ao governador reeleito Daniel Vilela). No entanto, também estão no páreo Wilde Cambão (UB), Paulo do Vale (PSD), Wagner Neto (SD), Cairo Salim (MDB) e Lissauer Vieira (PL).

Já outros parlamentares, esse não eleitos, também podem ser acomodados em cargos, mas da administração estadual. Entre os cotados para serem chamados a ocupar uma pasta na gestão de Daniel Vilela estão Lincoln Tejota e Adib Elias. (T.P.)