Empresário afirma que percebe o senador do DEM como muito dependente do PMDB de Daniel Vilela 

Vanderlan Cardoso: “José Eliton trabalha em tempo integral e tem o apoio de uma base sólida, experimentada e, no geral, unida”

O empresário Vanderlan Cardoso diz que sua prioridade é a expansão da Cicopal (as vendas cresceram 34,5% este ano), no momento, mas tem discutido política com aliados. “Não estou, porém, discutindo a vice de José Eliton ou a possibilidade de disputar qualquer outro cargo” (é cotado para a disputa de mandato de deputado federal). “Tenho conversado com o vice-governador José Eliton, pré-candidato a governador pelo PSDB, e admito que tenho apreciado suas posições e ações. Seu discurso é positivo e firme. Ele sabe o que é preciso para ampliar a modernização de Goiás e tem chance de ser eleito, tal a envergadura do trabalho que vem fazendo, ao lado governador Marconi Perillo, em todo o Estado.”

Sobre a senadora Lúcia Vânia, Vanderlan afirma que a tendência é que dispute a reeleição. O empresário recebeu, recentemente, o senador Ronaldo Caiado para uma conversa. “Caiado espera que o PMDB o apoie. Eu lhe disse que o PMDB deve ter candidato a governador e que o nome será o de Iris Re­zende. Insisto que a composição do secretariado do prefeito de Goiânia é mais de candidato do que de gestor. Achei o senador muito de­pen­dente do PMDB. Um político precisa ser candidato com ou sem apoio de outro partido. Quem é candidato a governador não pode titubear. José Eliton, por exemplo, está firme, articula e não arreda pé de suas posições. Na base governista não há plano ‘B’, só plano ZE, que dizer, Zé Eliton. E ele será candidato já como governador, quer dizer, será muito forte. A base governista é sólida.”

Quanto à economia do país, Vanderlan Cardoso afirma que a crise processou uma espécie de depuração. “Em­presas cujos donos desviavam recursos do negócio principal e trabalhavam mais com financiamento de bancos permanecem em crise. No nosso caso, estamos fazendo aquisições, quer dizer, em expansão. No geral, a fase ‘cinza’ está passando e há setores que estão se recuperando. A economia voltou a crescer.”