De um repórter de “O Popular”: “Procede que uma repórter do jornal promove uma perseguição pessoal ao presidente da Assembleia Legislativa de Goiás, José Vitti, do PSDB”. Por qual motivo? “Não se sabe. Mas é sua nova obsessão.”

De um deputado estadual: “‘O Popular’ critica a presença de estagiários na Assembleia. Mas não informa que seu principal colunista banca a mulher num alto cargo comissionado na Assembleia Legislativa. Seu salário é maior do que o de 20 estagiários”.

Se a repórter publicar a história da mulher do editor, dando nome aos bois, aí, sim, os leitores do jornal chegarão à conclusão de que, realmente, faz jornalismo independente. Doa a quem doer.