PSD de Vilmar Rocha, PR de Magda Mofatto e PT de Adriana Accorsi devem apoiar Vanderlan no 2º turno

Magda Mofato, Flávio Canedo, Thiago Peixoto, Francisco Júnior, Vilmar Rocha e Adriana Accorsi possivelmente apoiarão a candidatura de Vanderlan Cardoso no segundo turno. É a hora do anti-irismo

Magda Mofato, Flávio Canedo, Thiago Peixoto, Francisco Júnior, Vilmar Rocha e Adriana Accorsi possivelmente apoiarão a candidatura de Vanderlan Cardoso no segundo turno. É a hora do anti-irismo

A eleição para prefeito de Goiânia será realizada daqui a oito dias. Portanto, se as pesquisas de intenção de voto estiverem certas, o segundo turno se dará entre os candidatos do PSB, Vanderlan Car­doso, e do PMDB, Iris Rezende. Só não se sabe quem irá para a próxima etapa em primeiro lugar. Os iristas apostam no peemedebista, avalizados por sua história na capital. A ascensão fulminante do postulante do PSB sugere, para seus defensores, que pode superar Iris Rezende, indo para a etapa seguinte em primeiro lugar.

Com o quadro teoricamente definido, algumas campanhas começam a ser desaceleradas, até por que não compensa gastar dinheiro quando se sabe que o resultado será infrutífero. Em “on”, publicamente, nenhum dos postulantes, a partir do terceiro colocado, admite que vai apoiar Vanderlan Cardoso ou Iris Rezende no segundo turno. Em “off”, privadamente, alguns deles, além dos líderes dos partidos políticos, começam a pensar num rearranjo político.

O PR da deputada federal Magda Mofatto, uma política articulada e com forte presença no interior, tende a fechar acordo para apoiar Vanderlan Cardoso. Claro que tudo vai depender de uma conversa com o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), que, por certo, será o avalista do acordo político entre o PR e o PSB. Há, como se sabe, o fato de que o PSB terá candidata a senadora em 2018 — a senadora Lúcia Vânia — e Magda Mofatto já se apresenta como postulante a uma vaga na chamada “câmara alta”. Frise-se: no PR manda a deputada-empresária e seu marido, Flávio Canedo. Ninguém mais.

O PT, depois da debacle nacional, é um barco à deriva, em busca de um porto sobre o qual seus militantes nada sabem e não contam com bússola para localizá-lo. No segundo turno, tende a se dividir. A corrente do deputado estadual Luis Cesar Bueno — que teria Síndrome de Estocolmo em relação ao líder do PMDB na capital — tende a apoiar Iris Rezende. Mas Pedro Wilson, Olavo Noleto, Osmar Magalhães, Carlos Soares e Adriana Accorsi possivelmente apoiarão Vanderlan Cardoso. O motivo é simples: o peemedebista, com o apoio do vice-prefeito Agenor Mariano, faz o possível para descontruir a gestão petista.

O PSD do ex-deputado federal Vilmar Rocha, do deputado federal Thiago Peixoto e do deputado estadual Francisco Júnior — candidato a prefeito de Goiânia — não hesitará um minuto: vai apoiar Vanderlan Cardoso. Aliados do governador Marconi Perillo, os pessedistas, ao apostarem no postulante do PSB, estarão apostando na disputa de 2018, por isso não ficarão ao lado de Iris Rezende.
O resultado é que a massa de apoio a Vanderlan Cardoso vai crescer no segundo turno — encorpando sua campanha — e o grupo de Iris Rezende não deve crescer. Isto fará uma diferença enorme.

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