Interlocutores do Paço Municipal apontam que o bloco Vanguarda não causa preocupações para a administração municipal. Segundo fontes ouvidas pelo Jornal Opção, os integrantes do grupo foram classificados como “baixo clero”. Por isso, o prefeito Rogério Cruz (Republicanos) optou em atender a maioria da Câmara.

O recado ficou claro durante a semana com as inúmeras exonerações publicadas no Diário Oficial do Município de Goiânia. A Prefeitura exonerou 165 servidores ligados aos vereadores do Vanguarda. Fora o secretário de Desenvolvimento e Economia Criativa, Diogo Franco, que é irmão de Igor Franco (Solidariedade), líder do bloco.

Com a situação considerada “resolvida” dentro do Paço Municipal, pessoas próximas ao prefeito acreditam que os integrantes não devam ir para a oposição. Pelo contrário, eles devem continuar na base, mesmo sem o “apoio enfático”. Talvez a ideia seja buscar um “meio termo” após os conflitos.

Por outro lado, há comentários surgindo de que a ordem na Prefeitura seria esvaziar o Vanguarda e deixar Franco sozinho. A medida não foi bem aceita pelos outros vereadores que ainda não esqueceram do “climão” que o grupo causou nas últimas semanas. Por isso, a alternativa seria aceitá-los de volta, mas no “fim da fila”, sem moral com o Executivo. (F.V.)

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