Na semana passada, o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, disse a um repórter do Jornal Opção que o candidato do PT à sucessão deve ser, na verdade, uma candidata.

A política mais próxima de Paulo Garcia é a deputada estadual Adriana Accorsi, que, devido ao tema da segurança pública, é popular na capital. Ela é delegada da Polícia Civil.

Há quem diga que o paulo-garcismo quer bancá-la para vice de Iris Rezende. De fato, se o peemedebista-chefe for o candidato, aí Paulo Garcia tende a lutar, dentro do PT, para bancar seu vice — que poderia mesmo ser Adriana Accorsi.

No entanto, se o candidato do PMDB não for Iris Rezende, o petismo, o de Paulo Garcia, vai tencionar para que o candidato a prefeito seja do PT, Adriana Accorsi, com um vice do PMDB, talvez o próprio Agenor Mariano, atual vice.

Aos que apontam o desgaste de sua gestão, Paulo Garcia avalia que, além de ter muitas obras, seu capital político vai crescer entre 2015 e 2016. Quem avaliá-lo como “morto” politicamente vai se surpreender, aposta.