Bastidores

[caption id="attachment_105327" align="aligncenter" width="620"] Arquivo[/caption]
Um deputado do PSD comenta: “Pior do que ter uma estratégia ruim, é não ter nenhuma estratégia. É o caso de Vilmar Rocha. Ou sua estratégia é tão-somente disputar uma vaga no Senado? Se for, fica provado que só pensa no interesse pessoal, e não no interesse do partido”.

[caption id="attachment_114245" align="aligncenter" width="620"] Deputado Thiago Peixoto e Vilmar Rocha | Fotos: Arquivo[/caption]
O deputado federal Thiago Peixoto e o presidente do PSD, Vilmar Rocha, trocam juras de amor político em público. Mas, nos bastidores, os dois estão se estranhando. O primeiro rejeita qualquer rompimento do PSD com o governador de Goiás, José Eliton. E tem o apoio de Francisco Júnior, Simeyzon Silveira e Lucas Calil. O quarteto pretende isolar e, depois, enquadrar o decano do partido.
Enquanto aliados de Vilmar Rocha são demitidos do governo do Estado, Thiago Peixoto e Francisco Júnior ampliam suas indicações para cargos.

[caption id="attachment_125095" align="aligncenter" width="620"] Fotos: Montagem[/caption]
O espólio eleitoral do deputado estadual Marquinho do Privê está sendo disputado a tapa na base aliada. Seu capital eleitoral havia sido “emprestado” ao presidente da Assembleia Legislativa, José Vitti. Como este desistiu da candidatura, alegando motivo de saúde, um tumor no fígado, as portas se reabriram.
Em Caldas Novas, principal território de Marquinho do Privê, estão no jogo o tenente-coronel Carlos Eduardo Belelli (PR), Marinho Câmara (SD), João Osório (PSDB) e Amauri Ribeiro (PRP).
Amauri Ribeiro, ex-prefeito de Piracanjuba, apostava no apoio de Alison Maia, do DEM. Mas o apoio não é mais certo. Maia, por sinal, é cotado para disputar mandato de deputado federal. O que o militar quer mesmo é ser candidato a prefeito de Caldas Novas, em 2020.

O eleitor põe e tira. O eleitor é o principal responsável pela modernização da política. É um agente da mudança. Ao votar, começa a determinar como ficará sua cidade, seu Estado e seu país. O deputado Francisco Júnior (PSD), que não tem o perfil do político tradicional, é um apóstolo da renovação. Pré-candidato a deputado federal, Francisco Júnior diz que, em outubro deste ano, o eleitor tem a opção de manter o status quo ou de começar a reinventar o Brasil. “A população vai ter a chance de escolher para quem ela quer dar o poder, é a hora de reavivar nosso país.”

“Não existe essa conversa fiada de que quem está no cargo no Senado tem a preferência para ser candidato. Está no cargo porque o grupo elegeu”

“Após a queda provocada pelo PT e o restante da banda podre da política, a fé em Deus me salvou”, afirma o ex-senador
[caption id="attachment_125143" align="aligncenter" width="620"] Wolmir Amado, reitor da PUC-GO, Demóstenes Torres e o arcebispo dom Washington Cruz[/caption]
No lançamento da Jornada da Cidadania, série anual de eventos sociais e culturais da PUC-GO e Arquidiocese de Goiânia, o arcebispo dom Washington Cruz elogiou o procurador de justiça Demóstenes Torres. “Demóstenes é inovador”, disse o arcebispo de Goiânia sobre iniciativas do ex-senador.
Demóstenes autografou para dom Washington e o reitor da PUC-Goiás, Wolmir Amado, seu livro “1ª Vítima de Fake News — ... Como Eu Estava Falando Antes de Ser Brutalmente Interrompido...”.
“Dom Washington foi e é muito importante na minha vida”, agradeceu Demóstenes. “Após a queda provocada pelo PT e o restante da banda podre da política, a fé em Deus me salvou.” As orações de líderes como o arcebispo “foram fundamentais” para livrá-lo da depressão.
Em seguida, Demóstenes foi a Anápolis e se reuniu com pastores da Assembleia de Deus. Em sua longa jornada noite a dentro na luta para recuperar seus direitos e provar sua inocência, Demóstenes contou também com as orações dos evangélicos.
Além de líder classista, ele foi secretário da Agricultura do governo de Goiás

O prefeito de Águas Lindas aposta que o procurador de justiça tem condições de ser eleito

O PSD ainda não hipotecou apoio à candidatura de José Eliton a governador

Hélio Doyle quer ser candidato, mas o PDT tem outros três nomes, Georges Michel, Peniel Pacheco e Eroídes Lessa
[caption id="attachment_124991" align="aligncenter" width="620"] Hélio Doyle: intelectual gabaritado e que sabe tudo sobre a política de Brasília[/caption]
O jornalista Hélio Doyle, de 67 anos, professor aposentado da UnB, planeja ser candidato a governador do Distrito Federal pelo PDT.
Na quarta-feira, 9, Hélio Doyle disse a um interlocutor no Twitter: “Depende do PDT”. Depois, acrescentou: “Muita gente que não quer [Jofran] Frejat nem [Rodrigo] Rollemberg [governador do DF] tem me incentivado. Mas depende do partido”.
O presidente da Câmara Legislativa, Joe Valle, seria candidato do PDT a governador, mas desistiu, optando por disputar mandato de senador, possivelmente numa aliança com Jofran Frejat (PR). Mas os integrantes do pedetismo não aceitam o acordo com o PR. Jofran Frejat tem uma imagem positiva, mas o partido tem imenso desgaste no país e em Brasília. É o partido de Valdemar Costa Neto, conhecido como um dos príncipes do mensalão.
Georges Michel, presidente do PDT em Brasília, Peniel Pacheco, ex-deputado distrital, e Eroídes Lessa, sindicalista, são os outros nomes que o PDT tem para a disputa do governo do Distrito Federal. A Executiva regional do partido vai se reunir com o presidente nacional, Carlos Lupi, para discutir a oficialização de um nome para o governo ou, então, qual será a coligação partidária.

Embora diga que não há nada definido, a advogada do impeachment filiou-se ao partido quase no final do prazo legal

O que mais impressiona é a rejeição dos políticos: 71,9% não votam em Garotinho e 43,7% não querem Romário
Ele nunca integrou os quadros de profissionais do jornal em qualquer função e em qualquer época

Ex-ministro do TSE, ele advogou para a direita e para a esquerda. Chegou a empregar José Dirceu em seu escritório

“Quando Demóstenes estava no Senado, até de sala no gabinete dele a gente dispunha”, diz tenente-coronel