Marcus Vinicius pode ser indicado pela presidente Dilma Rousseff para o Supremo Tribunal Federal

O presidente da OAB é o nome trabalhado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros

Depois de vários meses de inação, a presidente Dilma Rousseff deve indicar na próxima semana o novo ministro do Supremo Tribunal Federal — o substituto de Joaquim Barbosa. A bolsa de apostas inclui pelo menos dez nome. O PT trabalha, em tempo integral, para que um petista seja indicado. As tendências atuam pela indicação do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo — que estaria descartado —, ou do ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro (a ressalta é que ministros decisivos do STF o consideram “xiita”. O advogado Talmon Pinheiro ressalva que não pode ser indicado para ministro, pois tem mais de 65 anos). Porém, dadas as composições políticas, é possível que o indicado saia, por assim dizer, da cota do PMDB.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, e a cúpula da Ordem dos Advogados do Brasil trabalham abertamente pela indicação de Marcus Vinicius Furtado Coêlho. O presidente da OAB entrou para a lista dos favoritíssimos com o recente fortalecimento do Congresso Nacional, quer dizer, dos peemedebistas Renan Calheiros e Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados. Sabe-se que o ex-presidente Lula da Silva sugeriu a Dilma Rousseff para acelerar a escolha e, sobretudo, para levar em consideração a orientação e, talvez, um pedido de Renan Calheiros, presidente do Senado. O STF tem pressionado para que a escolha seja feita o mais rápido possível.

O presidente do STF, Ricardo Lewandowiski, estaria entre os principais apoiadores de Marcus Vinicius. “É pule de dez”, afirma um advogado goiano.

Os juristas Luiz Fachin e Clèmerson Clève estão na lista dos cotados.

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