Lúcia Vânia diz que Vanderlan é racional e deve disputar a Prefeitura de Goiânia

Lúcia Vânia: “Não adianta ser candidato por ser candidato”

Lúcia Vânia: “Não adianta ser candidato por ser candidato”

A presidente do PSB em Goiás, senadora Lúcia Vânia, afirma que, ao contrário das especulações do meio político e da imprensa, o empresário Vanderlan Cardoso deve disputar a Prefeitura de Goiânia. “Trata-se um político sério e que tem consistência. É um administrador experimentado tanto no setor público quanto no setor privado.”

Lúcia Vânia sublinha que Vanderlan fez uma opção política e, por isso, deve disputar a prefeitura. “Porém, como o quadro não está inteiramente definido — parte dos partidos, como o PSDB do governador Marconi Perillo e o PMDB de Iris Rezende, não definiu sequer seus candidatos —, é natural a cautela de Vanderlan. Ele está com os pés no chão, pois é realista e não quer se precipitar.”

A senadora frisa que ainda não é possível definir o quadro de alianças. Porque os partidos estão se movimentando para, em seguida, abrir espaço para as articulações políticas. “Vanderlan está fazendo muitas reuniões em Goiânia. Entretanto, político racional e nada dado a entusiasmos populistas, confunde as pessoas.”

Vanderlan Cardoso, na verdade, “quer e planeja ser candidato a prefeito. Mas, como político calejado, não é adepto da tese de que se deve ser candidato apenas para ser candidato. É preciso ser candidato com expectativa de vitória. Ele tem discurso, é gestor e seu perfil é aprovado pelo eleitorado de Goiânia”. A senadora assegura que não há pesquisa em que o eleitor o avalie mal e sem condições de administrar a capital.

Na semana passada, Vanderlan Cardoso estava na Alemanha, com a família.

Ao final da conversa com o Jornal Opção, Lúcia Vânia, que raramente comenta sobre políticos de outros partidos, falou sobre o deputado Waldir Soares, que deve trocar de partido nas próximas semanas: “O delegado corre o risco de obter um resultado eleitoral semelhante ao de Demóstenes Torres na disputa pela governo de Goiás em 2006”. O ex-senador obteve uma votação pífia, com menos de 100 mil votos, atrás de Alcides Rodrigues (o eleito), então no PP, Maguito Vilela, do PMDB, e até de Barbosa Neto, do PSB.

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