Justiça manda prender donos da Avianca por receio de fuga

A juíza Gabriela Hardt apontou que Germán e José Efromovich possuem imóveis em outros países e poderiam deixar o Brasil

A Operação Lava-Jato determinou a prisão preventiva dos irmãos Germán e José Efromovich, sócios da Avianca Holdings e do Estaleiro Ilha (Eisa), na quarta-feira, 19. Acredita que, se não fossem presos, havia “risco de fuga e a possibilidade de dissipação patrimonial”. Entretanto, por causa da pandemia do novo coronavírus, os empresários vão ficar em prisão domiciliar.

Germán e José Efromovich: donos da Avianca | Fotos: Reproduções

Na decisão, a juíza substituta Gabriela Hardt escreveu: “A pluralidade de contas e valores ainda desconhecidos das autoridades brasileiras mantidos pelos dois investigados no exterior, utilizados para a prática criminosa reiterada, evidencia a contemporaneidade que justifica a prisão”.

A magistrada acrescentou: “Ademais, Germán possui outras nacionalidades (polonesa, boliviana e colombiana) e os dois irmãos possuem residências, imóveis, recursos e empresas no exterior, bem como realizam viagens internacionais com frequência, tudo a indicar possibilidade concreta de fuga e posterior abrigo noutros países”. Os credores ficaram a ver navios e aviões…

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