Juízas Flaviah Lançoni e Patrícia Carrijo disputam o comando da Asmego

Pela primeira vez na história, a Associação dos Magistrados do Estado de Goiás terá uma mulher na presidência

Fláviah Lançoni e Patrícia Carrijo: uma deles vai chegar a Asmego | Foto: Reprodução

A Associação dos Magistrados do Estado de Goiás, na sua longa existência de meio século e um ano, nunca teve uma presidente mulher. Agora, de repente, tudo mudou. Duas juízas — Flaviah Lançoni Costa Pinheiro e Patrícia Carrijo Machado — disputam, no dia 8 de dezembro, o comando da Asmego. É uma revolução — indicando, de vez, o empoderamento feminino, e pela competência.

Patrícia Carrijo: juíza em Morrinhos | Foto: Reprodução

Flaviah Lançoni é juíza em Goianira, nas proximidades de Goiânia. Magistrada há 18 anos, conta com o apoio de vários magistrados, entre eles o desembargador Carlos Alberto França — uma das referências positivas do Judiciário goiano.

Patrícia Carrijo é juíza em Morrinhos. Magistrada há quase nove anos, tem o apoio do juiz Átila Naves do Amaral e do desembargador aposentado Homero Sabino, ambos ex-presidentes da Asmego.

O Jornal Opção apurou que os juízes consideram as duas magistradas como competentes, experimentadas e íntegras. Com qualquer uma delas no comando, a Asmego permanecerá uma instituição respeitada — dizem.

Flaviah Lançoni Costa Pinheiro: juíza em Goianira | Foto: reprodução

Numa entrevista, Flaviah Lançoni sublinhou que, se eleita, pretende fazer uma gestão “mais inclusiva e inovadora”. Planeja melhorar a comunicação interna e aumentar a transparência.

Patrícia Carrijo frisou que vai lutar por mais direitos para os magistrados, “mais reconhecimento e melhores condições de trabalho”. Ele pretende fazer uma gestão “aguerrida”.

Flaviah Lançoni e Patrícia Carrijo: quem é favorita? Os magistrados ouvidos afirmam que qualquer uma pode e sugerem que os juízes às vezes gostam de surpreender o coro dos contentes. Mas disseram também que há um ligeiro favoritismo de Patrícia Carrijo, dado ao amplo apoio que está recebendo. Ao final, os juízes ouvidos pelo jornal disseram que ninguém ganha eleição por antecipação.

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