José Eliton, depois de romper com Caiado, pode romper com Marconi? Parece impossível?

A campanha eleitoral parece morna, mas nos bastidores o jogo está bruto. Até os políticos mais centrados começam a falar grosso, cumprindo o sentido bíblico de “quem não se exalta será humilhado”.

Quem conversou com José Eliton nos últimos dias notou que ele, geralmente centrado, subiu o tom. O vice-governador conta, sem pedir off, que esteve com o senador Cyro Nogueira, presidente nacional de seu PP, e ouviu dele a garantia de que pode levar o partido para onde quiser. Por isso, aliados de Eliton sugerem que ele poderia até ser vice em outra chapa.

Difícil é combinar com os russos: prefeitos e vereadores do PP são marconistas e os dois deputados federais, Roberto Balestra e Sandes Júnior, não deixam Marconi por nada.

A opção do PP seria o PT de Antônio Gomide, ambos partidos que apoiam a presidente Dilma Rousseff. Em público, Eliton nega a possibilidade de levar o PP para outro rumo.

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