Na opinião do ex-prefeito, os eleitores votam nele, mas não querem que avalize outro nome para a Prefeitura de Goiânia

Paulo Garcia e Iris Rezende 2

Poucos políticos são discretos quanto Iris Rezende, do PMDB. Ele concede poucas entrevistas e, mesmo quando conversa com jornalistas, abre-se pouco e diz quase sempre as mesmas coisas. Aos amigos, no seu apartamento ou no seu escritório, Iris Rezende às vezes abre-se um pouco mais. Recentemente, a dois interlocutores — ambos iristas, um histórico e outro mais jovem —, inquirido se pode bancar um candidato mais jovem (ou não tão jovem) para prefeito de Goiânia pelo PMDB, Iris Rezende mostrou-se atento àquilo que pensam os goianienses.

Iris Rezende teria dito, segundo os interlocutores, que não tem como bancar um candidato, como avalista, porque, em 2012, bancou o prefeito Paulo Garcia. Na sua interpretação, os eleitores não aprovam, ao menos hoje, a sua indicação. O peemedebista aposta que, se pedir votos para si próprio, será entendido pelos eleitores. Porém, se pedir votos para outro candidato, os goianienses podem não acatar sua opinião.