Dinheiro pode ser o grande “ausente” da campanha eleitoral de 2018

Pesquisadores e marqueteiros informam que, no momento, não há grana no mercado político

O Jornal Opção conversou com três marqueteiros e três proprietários de institutos de pesquisa e perguntou se haviam recebido consultas a respeito de contratos para a campanha e pedidos de pesquisas qualitativas e quantitativas. Todos admitiram que estão conversando mais do que fazendo negócios. Os políticos, de todos os partidos, dos pequenos, médios aos grandes, afirmam que não têm dinheiro e que vão esperar o próximo ano tomar alguma decisão.

Pesquisadores e marqueteiros admitam que, se não houver um fundo eleitoral, ou se o Fundo Partidário não for ampliado, vai faltar dinheiro nas campanhas, que serão as mais mambembes dos últimos anos. Mesmo não tendo dinheiro de empresários financiando campanhas, pelo menos não oficialmente, os profissionais que articulam campanhas admitem que dificilmente empresários vão deixar de bancar determinados candidatos. Ao menos três dos entrevistados admitem que caixa 2 não acaba por decreto. “A lei diz uma coisa e a realidade, outra”, afirma um marqueteiro.

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