Diego Sorgatto articula frente ampla para disputar Prefeitura de Luziânia

O deputado estadual conta com o apoio de Marcelo Melo e deve obter o do deputado Célio Silveira

Diego Sorgatto, deputado estadual pelo PSDB| Foto: Reprodução

O deputado estadual Diego Sorgatto (PSDB) disse ao Jornal Opção que vai disputar a Prefeitura de Luziânia. Por vários motivos. Primeiro, se eleito, pretende modernizar a cidade, torná-la mais democrática, evitando que se torne “propriedade” de um grupo político. Segundo, tem projetos para inserir a cidade no século 21, com projetos tecnológicos. Terceiro, quer melhorar a educação e a saúde. Quarto, quer governar para todos, descentralizando a gestão.

Deputado federal Célio Silveira: tendência é apoiar Diego Sorgatto | Foto: Renan Accioly/Jornal Opção

Articulado, Diego Sorgatto afirma que não planeja ser um candidato isolado. Ele quer ser o postulante de uma frente ampla, incluindo todos os setores mudancistas da cidade. O ex-deputado Marcelo Melo, do DEM, apoia a candidatura do parlamentar. “É o que há de melhor para tornar Luziânia contemporânea de todos os seus moradores. Cristóvão Tormin governa como se a prefeitura fosse dele, e não da sociedade”, afirma Marcelo Melo (que, em 2016, só não ganhou para prefeito, depois de liderar durante toda a campanha, porque Tormin usou a máquina de maneira pesada). O deputado federal Célio Silveira (PSDB) tem afirmado que também apoiará Diego Sorgatto. Porque, como único deputado do PSDB, dificilmente deixará o cargo para disputar a prefeitura. Diego Sorgatto, Célio Silveira e Marcelo Melo, além de vários outros líderes locais, se preparam para articular uma Frente do Bem Pró-Luziânia.

Marcelo Melo, ex-deputado federal | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção

O que se comenta em Luziânia é que, se o deputado Wilde Cambão (PSD) for eleito prefeito, Cristóvão Tormin (PSD) estará ganhando um terceiro mandato e certamente seria indicado para a Secretaria de Administração e Finanças. Consta que o prefeito está espalhando o seguinte: “Vote em Cambão e eleja Cristóvão”. Pode até ser brincadeira, mas, mesmo sendo, sugere que Cristovão quer ser não prefeito, e sim rei de Luziânia. Uma espécie de coronel político.

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