Colunista da revista Época diz que cardiologista goiana é favorita para o lugar de Mandetta

“Hajjar participa de uma pesquisa sobre o uso de hidroxicloroquina e defende que se comece o planejamento do relaxamento do isolamento”

O colunista Guilherme Amado, da revista “Época”, diz que a cardiologista Ludhmila Hajjar — goiana de Anápolis —, diretora da Sociedade Brasileira de Cardiologia e médica dos hospitais Sírio-Libanês e Incor e professora da USP, permanece como favorita para substituir o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Ludhmila Hajjar: cardiologista de hospitais de referência de São Paulo | Foto: Reprodução

O título da nota de Guilherme Amado é: ‘Cardiologista é favorita a suceder Mandetta”. “Hajjar participa de uma pesquisa sobre o uso de hidroxicloroquina e defende que se comece o planejamento do relaxamento do isolamento”, assinala.

Nelson Teich: oncologista é cotado para o Ministério da Saúde | Foto: Reprodução

A revista frisa que o oncologista carioca Nelson Teich também está no páreo — entre os mais cotados. Assim como o presidente da Associação Médica Brasileira, Lincoln Lopes Ferreira. “Mas o fato de os três serem os favoritos neste momento não quer dizer muita coisa: em se tratando de Bolsonaro, o escolhido pode ser qualquer outro nome”, afirma o colunista.

Claudio Lottenberg: presidente do Hospital Einstein | Foto: Reprodução

“Época” não menciona, mas também está no páreo o presidente do Hospital Albert Einstein, Claudio Lottenberg, que defende um isolamento social menos radical e avalia que, em determinadas circunstâncias, se deve usar a cloroquina.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.