Caso Carlesse não consiga decisão judicial para voltar ao governo até o final do mês, abertura de impeachment será inevitável

Mesmo que não deem declarações públicas sobre o assunto, deputados já fazem reuniões e colocam prazo para abertura da cassação

Os deputados tocantinenses já fazem as contas. Caso o governador afastado Mauro Carlesse (PSL) não consiga uma liminar para voltar ao comando do governo do está até o final de novembro, o pedido para abertura de impeachment será inevitável.

Já é sabido que nos bastidores, deputados já conversam sobre o pedido de impeachment, feito pelo presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Tocantins, Cleiton Pinheiro. Mesmo que não deem declarações públicas sobre o assunto, as reuniões que colocam prazo para abertura da cassação já acontecem.

Nesta semana deputados ao menos 17 deputados se reuniram na residência de Amélio Cayres (SD) em Palmas para discutir o pedido impeachment. O encontro contou com a presença do governador interino Wanderlei Barbosa (sem partido). O motivo para articulação para o impeachment ganhar força é o temor de que Carlesse consiga na justiça alguma liminar que permita que ele reassuma o governo de Tocantins

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