Alto tucanato discute posição firme e responsável a respeito da crise nacional

O PSDB, com sete governadores, Fernando Henrique Cardoso e os senadores José Serra e Aécio Neves, vai adotar uma posição única, séria e responsável sobre a crise e a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff

FHC e governadores em Brasília

FHC em reunião com cúpula nacional do PSDB | Divulgação

Sete governadores do PSDB — de Goiás, São Paulo, Paraná, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Pará e Mato Grosso — se reuniram na quinta-feira, 10, com o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso e os senadores Aécio Neves (MG) e José Serra (SP). Entre os gestores estaduais estva o governador de Goiás, Marconi Perillo, uma das vozes mais ouvidas (e autorizadas) pelo alto tucano — dada sua maturidade política (ele está em seu quarto mandato, vai bem no governo e tem sido cada vez mais ouvido por políticos e empresários nacionais).

O encontro ocorreu na casa de Aécio Neves, em Brasília. A cúpula tucana discutiu a grave crise nacional e a questão do impeachment da presidente Dilma Rousseff, do PT. Unificou-se o discurso a favor sobre o impedimento da petista.

O PSDB quer adotar, ao contrário do PT no passado recente, uma atitude ponderada e responsável, mas firme e comprometida com o crescimento e o desenvolvimento do país. “O Brasil em primeiro lugar” poderia ser o novo slogan do tucanato.

O que o tucanato não quer, sobretudo, é que alguns políticos adotem posições isoladas. O partido quer afinar o discurso em relação à crise nacional e o governo da presidente Dilma Rousseff. O discurso afinado deve resultar numa ação mais incisiva sobre os problemas nacionais.

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