Por Raphael Bezerra
O caso original, que repercutiu recentemente, aconteceu em novembro de 2021 nos Estados Unidos
Vai e vem de documentação pode impedir planos de empréstimo da prefeitura
A compra dos ônibus elétricos para operar na linha do Eixo Anhanguera e na linha do BRT Norte/Sul foi feita através de um consórcio das quatro empresas privadas responsáveis pelo transporte coletivo na Região Metropolitana de Goiânia e a estatal Metrobus. O primeiro veículo articulado, fabricado pela BYD, presidida pelo empresário e presidente da Agência Goiana de Habilitação (Agehab), Alexandre Baldy (pP), chegou à Capital nesta sexta-feira, 16, a um custo aproximado de R$ 3 milhões.
O presidente da Companhia Metropolitana do Transportes Coletivos (CMTC), Tarcísio Abreu, disse ao Jornal Opção, que a previsão de conclusão da eletrificação do transporte na Região Metropolitana é para os próximos três anos. "As empresas montaram um consórcio para a aquisição das frotas. Foram adquiridos 18 veículos que devem chegar até o meio deste ano, já a renovação completa deve ser finalizada nos próximos três anos". avalia.
Para garantir a aquisição dos 65 ônibus elétricos, foi criado uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), formada pelo consórcio. Além da compra, serão reformados os terminais Padre Pelágio, Dergo, Praça A, Praça da Bíblia, Novo Mundo e Senador Canedo, bem como todas as plataformas e pontos de embarque atendidos pelo Eixo Anhanguera. Fazem parte do consórcio as empresas; Rápido Araguaia Ltda; HP Transportes Coletivos Ltda; Viação Reunidas Ltda; Cooperativa de Transporte do Estado de Goiás (Cootego) e Metrobus.
Com um investimento total de R$ 1,6 bilhão, o montante, segundo Abreu, inclui a frota, preparação dos ambientes, abrigos e reparação dos espaços. "Tem toda uma adaptação e uma preparação para receber os ônibus elétricos. Temos que ter usinas de recarga, por exemplo, e isso já vem sendo conversado com as empresas e com a Equatorial que avalia a ampliação da oferta de energia em alguns terminais", relata.
Legalidade de compra
De acordo com subsecretário de Políticas para Cidades e Transportes, vinculada à Secretaria-Geral de Governo do Estado de Goiás (SGG), a compra dos veículos é independente do poder público. "O Estado de Goiás e as prefeituras entram no subsídio da tarifa". "O consórcio também é responsável pelo investimento, não somente dos ônibus elétricos, mas também dos 1.170 veículos para a renovação completa da frota. São 170 elétricos e 1.020 a diesel", conta.
Ainda que indiretamente, o subsídio pago por meio da tarifa, diluídos no novo contrato ao longo dos anos, será de aproximadamente R$ 400 milhões. Esse investimento serve para manter a tarifa no valor de R$ 4,30 para o usuário.
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A prisão de Valdemar da Costa Neto, o presidente nacional do Partido Liberal, o PL, não é o único fator que pode interferir negativamente nas articulações da legenda para as eleições nos 5.570 municípios brasileiros. Em Goiás, a legenda se prepara para disputar nas principais cidades: Goiânia pode ter candidato com o deputado federal Gustavo Gayer, Anápolis pode ter o ex-líder de Bolsonaro, Major Vitor Hugo e na disputa em Aparecida de Goiânia, o também deputado federal Professor Alcides é o nome do bolsonarismo para a disputa.
Além da prisão do principal articulador, a Polícia Federal pediu e o Supremo Tribunal Federal determinou que os investigados pela tentativa frustrada de golpe de Estado e derrubada do estado democrático de direito no país fiquem impedidos de manter diálogo. A determinação é clara, esse contato não pode ocorrer para que não haja interferência nas investigações.
O presidente do PL começou a ser investigado após o segundo turno das eleições presidenciais de 2022, em meados de novembro. Ele e seu partido contestaram o resultado do pleito. O argumento era que urnas eletrônicas antigas utilizadas no primeiro e segundo turno tinham apresentado falha de funcionamento e teria utilizado código diferentes. O pedido de anulação de parte dos votos daria, claro, a vitória para Bolsonaro.
Incomunicáveis, Bolsonaro e Valdemar podem encontrar dificuldades para articular as candidaturas a prefeito e vereadores. Mas não só isso. Com todo o desgaste político exposto pelas manchetes de jornais e nas redes sociais, boa parte dos partidos devem começar a rever alianças com uma legenda que hoje é considerada mais "radical".
Em São Paulo, por exemplo, o MDB, que hoje comanda a prefeitura da capital, pode ter um indicado do PL na disputa pela reeleição de Ricardo Nunes. Resta saber se o MDB manterá o apoio, tendo em vista a pretensão de formar uma ampla chapa democrática.
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