Por Euler de França Belém

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Deputados menosprezam Aparecida de Goiânia e empresário e coronel aparecem como alternativas

Já que os deputados federais Waldir Soares, Fábio Sousa e João Campos não querem disputar a Prefeitura de Aparecida de Goiânia — optando, dizem, pela disputa da Prefeitura de Goiânia, se der —, pessoas da cidade devem disputar contra Euler Morais (PMDB) e, talvez, Ozair José (PT). Cinco nomes citados por políticos locais: Osvaldo Zilli (empresário), Silvio Benedito (coronel), Tatá Teixeira (ex-vereador, do PSDB), Manuel Nascimento (vereador pelo PSDB) e Cibele Tristão (vereadora e delegada de polícia). Zilli, por ter mais estrutura — é milionário — é  mais cotado. Mas não é filiado a partido político. O coronel Silvio, dado o interesse despertado pelo tema segurança pública, tem forte apelo popular.

Maione Padeiro diz que as pessoas cobram por que ainda não foi nomeado para o governo do Estado

O advogado Maione Padeiro diz que às vezes se sente meio envergonhado quando as pessoas o abordam na rua e dizem: “Ué, mas você não trabalhou quase 24 horas por dias na campanha do governador Marconi Perillo? Por que até agora não foi nomeado para um cargo comissionado”. Maione responde: “Não tenho a menor ideia”. Aí as pessoas, notadamente as mais agressivas, dizem: “Bem feito!” Ao que Maione responde: “Várias pessoas não foram nomeadas. O que posso dizer é que o governador Marconi Perillo é justo”.

Aparecida de Goiânia abre sua Feira do Empreendedorismo

Na segunda-feira, 9, será aberta a Feira do Empreendedorismo da Aparecida de Goiânia. Na terça-feira, 10, a Associação dos Jovens Empreendedores (AJE) vai organizar um café político com líderes das entidades. O convidado vai ser o vereador Gustavo Mendanha, autor da lei que criou a Semana.

João Campos não conseguiu nomear nem mesmo seu cunhado e presidente do PSDB para o governo

Em Aparecida de Goiânia as coisas estão feias: nem mesmo o pastor Jair, presidente do PSDB no município e cunhado do deputado federal João Campos (PSDB), conseguiu ser nomeado para um cargo comissionado.

Políticos de Aparecida dizem que Chiquinho Oliveira desapareceu da cidade e não atende telefonemas

Políticos e militantes do PSDB de Aparecida de Goiânia dizem: “Nós trabalhamos, em tempo integral, na campanha dos deputados João Campos (PSDB) e Chiquinho Oliveira (PHS). Agora acontece o seguinte: João Campos até que aparece e informa que enviou nossos nomes para o governador Marconi Perillo nomear. Mas o tucano-chefe não nomeia”. E acrescentam: “Chiquinho Oliveira desapareceu do mapa. Antes, não saía de Aparecida, agora não aparece e não atende telefonemas de ninguém”.

Pistoleiro boliviano “planejou” matar Tancredo Neves no comício das Diretas Já em Goiânia

Grupos militares da linha dura também ameaçaram matar José Sarney, que foi avisado por Iris Rezende

Colunista do Pop não percebe que força em Brasília advém do mandato de deputado federal e senador

O editor da coluna “Giro”, do “Pop”, Jarbas Rodrigues Jr., até hoje não entendeu que em Brasília só tem poder político, junto às cúpulas nacionais, aqueles que têm mandato de deputado federal e senador. O vice-presidente da República, Michel Temer, recebe o deputado estadual José Nelto, o vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano, e o presidente do PMDB goiano, Samuel Belchior. Mas só “ouve” mesmo aqueles que têm mandato de deputado federal — Daniel Vilela e Pedro Chaves. Os dois parlamentares são os principais interlocutores de Temer quando se trata de discutir assuntos referentes a Goiás. São os únicos que ele chama pelo prenome. Aliás, há outros políticos do Estado que Temer ouve — o ex-deputado federal Marcelo Melo (que, além de aliado, é seu amigo) e o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela. O resto é figuração. Se Jarbas Rodrigues Jr. acredita mesmo que Nelto, Agenor e Belchior têm força política em Brasília deve ser presenteado com um chapeuzinho de anjo. Para não citar outro tipo de chapéu.

Apresentadora do Jornal Nacional, Renata Vasconcellos, deixa a impressão de que está insegura

[caption id="attachment_30139" align="alignleft" width="300"]Reprodução/ Rede Globo Reprodução/ Rede Globo[/caption] Não há a mínima dúvida de que Renata Vasconcellos, apresentadora do Jornal Nacional, é uma profissional do primeiro time. Porém, mesmo experiente, tem cometido alguns erros, trocando palavras (assassino por assassinato, por exemplo). A impressão que se tem é que Renata Vasconcellos, embora seja do ramo, está insegura. Outra impressão é que William Bonner, o melhor apresentador da televisão brasileira, está mais sisudo do que de hábito.

Celg é a pior distribuidora do país. Estranho: só O Popular publicou a notícia

A Celg Distribuidora (Celg D) ganhou o “título”, nada honroso, de pior distribuidora de energia elétrica do país. Pelo segundo ano consecutivo. O “prêmio” é concedido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O “Pop” publicou a notícia, com chamada na primeira página e meia página na página 13, mas os outros jornais “moitaram”. Por que demais jornais não publicaram a notícia? Não se sabe.

Pop faz a cobertura mais isenta do caso do padre fantasma da Assembleia Legislativa de Goiás

A melhor cobertura do caso do padre Luiz Augusto Ferreira — denunciado como funcionário fantasma da Assembleia Legislativa de Goiás — é a do “Pop”. Não há comparação com o que saiu noutros jornais impressos e online. As reportagens do jornal do Grupo Jaime Câmara são isentas e não faz a defesa do indefensável. Uma coisa ninguém perguntou: o que a cúpula da Igreja Católica — leia-se dom Washington Cruz — pensa a respeito de um de seus integrantes ser funcionário fantasma? Sem a pressão da imprensa, que receia ser crítica, a Cúria Metropolitana se manifestou, por meio de carta, de maneira ponderada. Como se sabe, a Igreja Católica combate a corrupção, de qualquer natureza, e por isso a obrigação de se posicionar quando o problema a atinge diretamente. O papa Francisco decidiu não esconder os problemas de seus integrantes.

Goiano Marco Lemos assume cargo de desembargador no Tribunal de Justiça do Distrito Federal

Marco Antônio da Silva Lemos, ex-editor de política do Jornal Opção e do “Diário da Manhã”, assumiu o cargo de desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios na terça-feira, 3, em Brasília. Ao apresentá-lo, o presidente do TJ disse que Marco Antônio é responsável por sentenças judiciosas, muito bem escritas e formuladas, ressaltou seu humor fino e contou que foi aprovado em primeiro lugar no concurso para juiz.

Governo do Distrito Federal deve começar a anunciar só a partir de junho

Os diretores do “Diário da Manhã”, Batista Custódio e Júlio Nasser, foram recebidos pelo governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, do PSB. A intermediação foi feita pela deputada Liliane Roriz, do PRTB. A imprensa de Brasília está em pé de guerra com o governador. Motivo: Rodrigo Rollemberg avisou que, dada a situação caótica do governo, não terá condições de publicar anúncios pelo menos até junho. “A imprensa do DF está matando a cachorro a grito”, diz um repórter de um diário local. E já fez uma série de demissões.

Livro de italiano aponta envolvimento de políticos, empresários e espiões com a máfia

ZONA FRANCA O italiano Francesco Forgione volta às livrarias brasileiras com mais um livro interessante, “Zona Franca — Políticos, Empresários e Espiões na República da ’Ndrangheta, a Poderosa Máfia Calabresa” (Bertrand Brasil, 391 páginas, tradução de Mario Fondelli). No livro “Máfia Export — Como a ’Ndrangueta, a Cosa Nostra e a Camorra Colonizaram o Mundo”, ele conta que a máfia está entronizada “até” em Brasília.

Filho de político é envolvido em agressão a estudante. O que não se pode fazer é sensacionalismo

Reportagem de “O Hoje” informa que o filho adolescente de um político goiano participa de um grupo que agride garotos em Goiânia. As cenas foram filmadas. A fonte do jornal diz que o jovem é filho de um prefeito, mas não revelou seu nome. O “O Hoje” decidiu não divulgar o nome do garoto — respeitando a legislação, pois é menor — e o de seu pai. A cautela do jornal procede? Procede pelo menos em parte. Porque a divulgação atinge o pai do garoto, que não é responsável direto por seus atos. O problema é que os jornais — não apenas “O Hoje” — não tratam os cidadãos comuns com o mesmo respeito.

Jornalismo não sabe, mas marqueteiro está mais próximo de cientista do que de bruxo

[caption id="attachment_30131" align="alignleft" width="300"]Foto: ultimosegundo.ig Foto: ultimosegundo.ig[/caption] O veterano Renato Dias, torcedor cada vez mais solitário do VilaNãoVence, publicou ótima resenha do livro “João Santana — Um Marqueteiro no Poder” (Record, 250 páginas), de Luiz Maklouf Carvalho, no “Diário da Manhã”, no domingo, 1º. Há um único problema, se é problema: o jornalista chama o marqueteiro que contribui para a eleição de presidentes no e fora do Brasil de “bruxo”. O problema nem é de Renato Dias, mas do jornalismo em geral. Acredita-se, no Brasil, que o marketing político tem a ver mais com bruxaria, magia, prestidigitação. Não é nada disso. O marqueteiro lida com criatividade, com subjetividade, mas a parte forte de seu trabalho é uma base que se pode chamar de científica. São as pesquisas, tanto qualitativas quanto quantitativas, que norteiam, em larga medida, seu trabalho. Quando feitas com o máximo de seriedade e preparo técnico, as pesquisas têm caráter científico — nada têm a com bruxaria. Portanto, o marqueteiro está mais próximo de um cientista, que precisa da criatividade para “colorir” suas informações científicas, do que bruxo imaginoso, hábil em grandes sacadas.