Por Euler de França Belém

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Senador sugere que a família Friboi incorpore BNDES ao sobrenome. O banco é um pai para os Batistas

De um senador: “Como foram tão favorecidos pelo BNDES, os irmãos Batista-Friboi deveriam se chamar assim: Júnior BNDES Friboi, Joesley BNDES Batista e Wesley BNDES Batista”.  

Andressa Mendonça é uma jovem bonita e charmosa. Isto gera inveja e maledicência

A maledicência humana é o que se tem pior. Andressa Mendonça separou-se do empresário Carlos Cachoeira num dia e, no mesmo dia, começaram os boatos. Disseram que havia se apaixonado por um morador de Dubai. Depois, relataram que havia se apaixonado por um bicheiro carioca. Não satisfeitos, produziram outra maldade: estaria namorando o proprietário de uma franquia do restaurante Outback, não se qual de qual cidade.

Wilder Morais estaria se divertindo com a separação de Andressa Mendonça e Carlos Cachoeira

Ao saber que Andressa Mendonça havia abandonado o empresário Carlos Cachoeira, o senador e empresário Wilder Morais teria sido curto, grosso e gargalhando: “Bem feito!”

Valfredo Perfeito sugere que pode polarizar com a prefeita Daniela Carneiro em Ipameri

[caption id="attachment_45440" align="alignright" width="620"]Valfredo Perfeito: aposta na experiência como gestor Valfredo Perfeito: aposta na experiência como gestor[/caption] Numa visita à redação do Jornal Opção na sexta-feira, 11, o ex-prefeito de Ipameri Val­fredo Perfeito (PSD) e sua mulher, a ex-vereadora Lurdinha Perfeito (sem partido), disseram que o quadro político do município “está aberto”. A tendência é que a disputa seja polarizada entre a prefeita Daniela Vaz Carneiro (PMDB) e Valfredo. “Nós fazemos parte de um grupo político coeso, que inclui o Doutor Beto (PSD), vice-prefeito; Ludmila Cozac (PR), ex-vice-prefeita; William Veículos (PR); Mara Ney dos Reis Dias, vereadora”, frisa Valfredo. Dos seis nomes, inclusos Valdredo e Lurdinha, devem sair os candidatos a prefeito e a vice-prefeito. “O critério para definir o nome do candidato deverá ser pesquisa”, afirma o ex-prefeito. Segundo Valfredo, uma pesquisa o aponta empatado tecnicamente com Daniela Carneiro. “Com a diferença de que minha rejeição é baixa e a dela é muito alta.” O líder do PSD diz que “os eleitores querem um candidato honesto e experiente”.

Edward Madureira admite ser vice de Iris Rezende ou candidato a prefeito de Goiânia

[caption id="attachment_41597" align="alignright" width="620"]Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Há duas favas contadas na política interna do PT de Goiânia — se existe isto em política. Primeiro, a pré-candidata do petismo a prefeita da capital é a deputada Adriana Accorsi. É o nome do prefeito Paulo Garcia. Segundo, a petista também é cotada para ser a vice de Iris Rezende, do PMDB. É a aposta principal do paulo-garcismo. Uma ala do partido, a do deputado Humberto Aidar (ligado ao deputado federal Rubens Otoni), quer lançar candidato a prefeito. O paulo-garcismo prefere bancar “a” vice. Porém, mesmo sem querer “brigar” ou “impor” seu nome, o ex-reitor da UFG Edward Ma­dureira disse ao Jornal Opção na sexta-feira, 11, que não descarta sua candidatura a prefeito de Goiânia. “Pelo PT, friso. Porque não vou sair do partido. Aban­doná-lo num momento de crise não é decente.” Dependendo das circunstâncias, Edward Madureira admite ser vice de Iris Rezende. “Vou participar mais do dia a dia do PT para expor minhas ideias.”

Aliados de Lúcio Flávio Paiva são acusados de abaixar o nível da campanha

[caption id="attachment_44688" align="alignright" width="620"]Foto: Fernando Leite / Jornal Opção Foto: Fernando Leite / Jornal Opção[/caption] Advogados reclamam que apoiadores do candidato a presidente Lúcio Flávio Paiva — embora insista que lidera as pesquisas, estaria mostrando certo desespero — estão baixando o nível da campanha pela OAB-GO. Eles sustentam que os ataques e baixarias partem da turma de um ex-candidato, que estaria distribuindo vídeos pelo whats app, com ofensas, termos apelativos e chacotas de nível reprovável a respeito dos adversários. Está pegando mal.

Mesmo com a máquina da OAB-Goiás nas mãos, Enil Henrique aparece mal nas pesquisas e pode desistir

[caption id="attachment_42336" align="alignright" width="620"]Foto: Fernando Leite/Jornal Opção Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Depois de divulgação de pesquisas que o colocam em terceiro lugar na corrida pela OAB-GO, o mais rejeitado e com uma administração com mais de 60% de reprovação, aliados de Enil Henrique pensam em convencê-lo a abandonar a disputa. Temem que ele termine atrás de Paulo Teles. Apontado como “teimoso”, inicialmente, agora ele já começa a discutir a desistência com os mais íntimos. Estuda ficar neutro. Mas o grupo de Lúcio Flávio conta com o seu apoio.

Pesquisa revela que índio foi a primeira vítima de crime homofóbico no Brasil

Tibira, da tribo dos tupinambás, foi morto a mando do capuchinho francês Yves d’Évreux. Seu corpo foi colocado na boca de um canhão e estraçalhado. Seu “crime”: era homossexual

O Popular perdeu, em menos de 5 anos, quase 50 jornalistas. Parte foi demitida e parte pediu demissão

Executivos cortadores de custo promoveram o maior desmanche da história de uma redação em Goiás

Livro revela que, na Fifa, que se tornou a universidade do crime, a corrupção tira nota dez

digitalizar0001“Um Jogo Cada Vez Mais Sujo — O Padrão Fifa de Fazer Ne­gócios e Manter Tudo em Silêncio” (Panda Books, 238 páginas, tradução de Renato Marques de Oliveira), do jornalista inglês Andrew Jennings, é tão explosivo, com denúncias tão candentes, que quem resenhá-lo detidamente no Brasil por certo será processado. Andrew Jennings, nem sempre apresentando a documentação para sustentar as denúncias, mostra que a Fifa se tornou uma organização mafiosa, com Corleones brasileiros e europeus. Pelo menos dois brasileiros se tornaram riquíssimos explorando — literalmente — o futebol. Um deles manteve longa ligação com o falecido bicheiro Castor de Andrade. O capítulo “Finalmente! A lista secreta das propinas” explica o esquema que criou milionários que nunca entraram em campo parar jogar futebol. Torcedores, fanáticos ou não, devem ler o capítulo “Saqueando o futebol brasileiro”. Certamente continuarão torcedores, porque o futebol é o que importa, mas ficarão cada vez mais desconfiados dos, às vezes, celebrados dirigentes esportivos patropis. É possível que ex-dirigentes continuam mandando nos dirigentes. E de não muito longe. Lendo o livro, o brasileiro, mesmo aquele que não for torcedor, entenderá por qual razão dirigentes e ex-dirigentes da Fifa estão sendo investigados pelo FBI. Na Fifa, que se tornou a universidade do crime, a corrupção tira nota dez.

Popular esvazia cobertura política e amplia espaço para assuntos policiai

A cúpula de “O Popular” está esvaziando a cobertura política, alegando que os leitores não se interessam muito pelo assunto (o que, pela experiência do Jornal Opção, não é verdadeiro; o acesso alto depende muito mais da qualidade do que se publica). O jornal vai priorizar a cobertura de cidades, basicamente fatos policiais, mas sem sensacionalismo. Os editores, cada vez em menor número, vão concentrar os melhores repórteres na cobertura de fatos que, supostamente, interessam mais aos leitores. Por isso Fabiana Pulcineli, antes a estrela da cobertura de política, será transferida para a área de cidades. Fabiana Pulcineli não deve ficar muito tempo no “Pop”. A jornalista, de primeira linha, deve cursar Direito com o objetivo de prestar concurso para juíza ou promotora de justiça.

O Popular demite cinco profissionais e deve demitir mais entre outubro e dezembro

“O Popular” demitiu quatro jornalistas (João Lemes, Valéria Belém, Leandro, Pablo Alcântara) e um ilustrador (Christie Queiroz) na semana passada e deve demitir mais profissionais entre outubro e dezembro. O argumento é o de sempre: a empresa está cortando custos para não ser derrotada pela crise econômica. Mas o jornal está perdendo substância. Uma jornalista do “Pop” já se ofereceu para ser demitida, pois pretende morar fora do país. Há outros — como um repórter — que não temem a demissão e estão praticamente exigindo-a.

Mercado comenta-se que Jornal de Brasília será posto venda

Os jornais de Brasília, como de resto quase todos os jornais patropis, estão em crise. A edição impressa do “Jornal de Brasília” circula de segunda a sexta-feira. No sábado e no domingo, a prioridade é a edição digital. Motivo principal da crise: o governador Rodrigo Rollemberg (PPS), alegando que o antecessor deixou os cofres vazios e com variadas dívidas, não está anunciando como na época das vagas ditas gordas. O “Jornal de Brasília” está sendo preparado para ser posto à venda, comenta-se no mercado do Distrito Federal.

Vida nova ao Parque Estadual Altamiro de Moura Pacheco

Uma área de 55 hectares do parque (equivalente a 55 campos de futebol) já começou a ser reflorestada com mais de 100 mil mudas de plantas nativas do Cerrado Exibindo DSC_6346.JPG [Secretário Vilmar Rocha e o presidente da Saneago, José Taveira, dão início ao reflorestamento do Peamp, em área próxima à barragem do João Leite] Em comemoração ao Dia Nacional do Cerrado, o secretário de Cidades e Meio Ambiente, Vilmar Rocha, anunciou uma série de ações que buscam revitalizar o Parque Estadual Altamiro de Moura Pachedo (Peamp), localizado nas margens da BR-153, na saída de Goiânia para Anápolis. Os anúncios foram feitos durante evento realizado no próprio Peamp, em parceria com a Saneago, que completa 48 anos no domingo, 13. O evento foi prestigiado por mais de 800 pessoas. Entre os presentes estavam o presidente da Saneago, José Taveira, diretores e funcionários da estatal, superintendentes e servidores da Secima, o deputado estadual Francisco Júnior (presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Cerrado) e prefeitos de quatro municípios que fazem parte da APA do João Leite: Francisco Júnior, de Terezópolis; Jaime Ricardo, de Ouro Verde; Jeovazinho, de Goianápolis; e Joaquim Duarte, de Campo Limpo. “Nós não estamos apenas anunciando o que vamos fazer. Nós estamos mostrando o que já está sendo feito”, ressaltou o secretário Vilmar Rocha em referência à área de 55 hectares do parque (equivalente a 55 campos de futebol) que já começou a ser reflorestada com mais de 100 mil mudas de plantas nativas do Cerrado. Além desse reflorestamento, o titular da Secima anunciou também a reforma de todas as instalações do Peamp, num valor de R$ 367 mil, e assinou um protocolo de intenções de reflorestamento de outras áreas da bacia do João Leite com mais de 1,2 milhão de mudas. Todas as ações são fruto de compensação ambiental e serão realizadas e custeadas pelas empresas Anglo-American e MGO Rodovias, que também ficará responsável pela manutenção e conservação da área reflorestada pelos próximos três anos. “De imediato, são quase R$ 3 milhões em investimentos aqui no Peamp”, destacou o secretário. “Nós estamos retomando a gestão do parque e promovendo essa revitalização porque o Peamp é um patrimônio da Região Metropolitana e do Estado. Queremos dar um melhor destino para o uso, o desfrute e a preservação ambiental deste local”, completou Vilmar Rocha, evidenciando a importância do parque também para a barragem do João Leite e o sistema produtor de água Mauro Borges. Gestão terceirizada Na solenidade, o secretário Vilmar Rocha também falou sobre a possibilidade do Peamp ter sua gestão terceirizada. O objetivo, segundo o titular da Secima, seria o de tornar a administração mais eficiente e aumentar a visitação no parque. Os estudos estão sendo elaborados na secretaria para que o Governo tome a decisão de qual o melhor caminho adotar, se será concessão, convênio ou outra forma. A mesma ideia pode ser aplicada também no Parque Estadual da Serra de Caldas, em Caldas Novas, e no Parque Estadual Serra dos Pirineus, em Pirenópolis. As três unidades foram escolhidas para este estudo por estarem em regiões de grande apelo turístico. “Essa é apenas uma ideia, por enquanto. Estamos fazendo os estudos para depois tomarmos a decisão, mas queremos manter o parque público e profissionalizar a gestão”, explicou o secretário. “Até lá, vamos 'preparar a noiva'”, brincou Vilmar Rocha. “Ou seja, vamos investir e melhorar o parque até para que surjam interessados em assumir essa gestão, que podem ser universidades, fundações, ONGs, OSs ou até mesmo empresas privadas”, concluiu.

Político diz que Eike Batista e Carlos Cachoeira se encontraram em Goiânia

O que os dois empresários teriam para conversar? Não se sabe