Por Euler de França Belém

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Paulinho Sérgio será o presidente da AGM, com Kelson Vilarinho na vice

O governador Marconi Perillo e o vice José Eliton patrocinaram o consenso na disputa pelo comando da Associação Goiana de Municípios. Márcio Cecílio ficará no Conselho Deliberativo

Jovair Arantes é cotado para o Ministério do Esporte

A derrota para Rodrigo Maia, que montou uma máquina poderosa, não enfraqueceu o deputado goiano, que mostrou força e incomodou a aliança PMDB-DEM-PSDB

Michel Temer vai indicar Aguinaldo Ribeiro, do PP, para líder do governo

Provando a força do senador Ciro Nogueira, o PP tem dois ministros, o presidente da Caixa Econômica Federal e agora o líder do governo na Câmara dos Deputados

Livraria Cultura, há dois anos no vermelho, renegocia com fornecedores e demite funcionários

As vendas da rede caíram 8% em 2016 e a Livraria Cultura, que era vista como o “paizão” do mercado, agora é tratada como o “patinho feio” Leitores que frequentam a Livraria Cultura, em São Paulo e Brasília — as que uso; é meu “Viaduto Santa Ifigênia”, o da música de Adoniran Barbosa —, reclamam do atendimento. Se o serviço físico caiu de qualidade, possivelmente pela redução de funcionários — eram 2 mil e caíram para 1,4 mil, em toda a rede —, o atendimento online igualmente piorou. Os livros demoram muito a chegar, provavelmente porque seus diretores estão negociando pagamentos e preços com as editoras. Sua política de preço já foi a melhor do mercado, mas tem sido superada pela Amazon (que tem custos menores, por ser exclusivamente digital). O livro “A Maldição de Stálin”, de Robert Gellately, custa R$ 63,90 na Amazon e R$ 79,90 na Livraria Cultura. A diferença de preço, R$ 16, é considerável. O que está acontecendo? A Livraria Cultura é “vítima” da crise econômica geral — que empobreceu parte dos brasileiros, notadamente os de classe média e aqueles que estavam emergindo para a classe média — e da crise do livro (a internet favorece a consulta a vários livros e, sobretudo, possibilita acesso a sínteses e resenhas — o que acaba contribuindo para reduzir as vendas). A repórter Adriana Mattos, do “Valor Econômico”, publicou, no final de janeiro, a reportagem “Livraria Cultura perde vendas e renegocia seus pagamentos”, que elucida a crise, ou parte dela (não se menciona qual é a dívida da rede com editoras e outros fornecedores). O “Valor” relata que a Livraria Cultura “está no vermelho há dois anos” e que “o faturamento de 2016 ficou próximo ao de 2013”. A rede faturou, em termos brutos, 420 milhões de reais em 2016 — com uma queda nas vendas de 8% (o faturamento das livrarias caiu 16,5%, o dobro do da Livraria Cultura). Renegociação [caption id="attachment_86252" align="aligncenter" width="570"] Sérgio Herz e Pedro Herz: duas gerações no controle da Livraria Cultura[/caption] O presidente da Livraria Cultura, Sérgio Herz, contou ao “Valor” que a rede “abriu negociação com fornecedores para estender prazos de pagamentos”. O jornal informa que “já foi renegociado o equivalente a cerca de 15% da sua receita anual”. O quadro não é falimentar — os financiadores não vão desligar os “aparelhos” —, mas o estado do paciente não é dos melhores, sobretudo se a economia não deslanchar em 2017. As pessoas deixam de comprar aquilo que avaliam que “não” é vital para a subsistência. Livros são importantes para a formação profissional e espiritual dos indivíduos, mas, se deixarem de comprar menos obras, certamente não vão morrer. Depois, há as bibliotecas, como a Mário de Andrade, agora sob o comando de Charles Cosac, que fechou há pouco a editora Cosac Naify. “[Isso] continua ainda porque é uma renegociação difícil”, afirma Sérgio Herz. Para o mercado, a Livraria Cultura era o “paizão”, porque pagava corretamente, e agora se tornou, rapidamente, o “patinho feio”. O “Valor”, ecoando o que lhe disse Sérgio Herz, assinala: “O consumidor compra em até 10 vezes, e o comércio tem que pagar fornecedores em até 120 dias (para editoras, em 60 dias). Quem financia o cliente é a loja. E ela repassa este custo. O problema é que, em tempos de vendas em queda, o repasse ao preço final fica mais difícil”. Sérgio Herz informa que não abrirá nenhuma loja em 2017. Vai continuar com 17 livrarias em grandes cidades, como São Paulo, Rio, Brasília e Curitiba. Ele diz que, em 2017, o que se prevê é “queda ou estabilidade” do mercado livreiro. A rede vai investir cada vez mais no sistema de vendas pela internet. Hoje, as vendas virtuais representam 28%, mas, no prazo de cinco anos, a rede planeja chegar a 60% ou 70%. As vendas pela internet reduzam os custos de manutenção, além do fato de que se pode comercializar livros em todo o país — não apenas nas cidades nas quais há livrarias fixas. Amazon e Estante Virtual Do médico e escritor Roberson Guimarães: “Mais que a crise econômica: Amazon e Estante Virtual quebraram as pernas da Livraria Cultura. Porque o mercado do livro cresceu, apesar da crise”.

Natuza Nery vai para a Globo News e Uirá Machado é o novo editor da Ilustríssima

Paulo Gama assume o Painel da “Folha”, Marcos Augusto Gonçalves vai para Nova York e Gustavo Patu assume a editoria de Opinião do jornal

Alexandre Baldy apoia Paulinho Sérgio para presidente da AGM

O deputado federal do PTN frisa que o prefeito de Goiânia, uma vez eleito, será capaz de renovar a defesa dos prefeitos [caption id="attachment_79428" align="aligncenter" width="620"] Alexandre Baldy, deputado federal: "Os prefeitos precisam de uma AGM cada vez mais ativa para defendê-los" | Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] O deputado federal Alexandre Baldy, principal líder do PTN em Goiás, apoia e trabalha para que o prefeito de Hidrolância, Paulinho Sérgio de Rezende, seja eleito presidente da Associação Goiana de Municípios. Alexandre Baldy diz que, reeleito, Paulinho é um prefeito “experimentado e renovador”. O deputado aposta que, uma vez eleito, ele vai ser capaz de transformar a AGM numa potência em defesa dos prefeitos. “Num momento de crise, como agora, a AGM é crucial para criar estratégias de apoio aos prefeitos.” [caption id="attachment_86083" align="aligncenter" width="620"] Paulinho Sérgio de Rezende, prefeito reeleito de Hidrolândia e candidato a presidente da AGM[/caption] Recém-filiado ao PSDB, com ficha abonada pelo governador de Goiás, Marconi Perillo, Paulinho Sérgio disse ao Jornal Opção, na semana passada, que tem o apoio de mais de 150 prefeitos. Ele é apoiado por, entre outros, o prefeito de Sanclerlândia, Itamar Leão, ex-presidente da AGM.

Prefeito Rogério Troncoso moderniza hospital municipal de Morrinhos

Com o apoio do deputado federal Célio Silveira, a prefeitura adquire um moderno aparelho de anestesia

Sai a lista dos políticos mais influentes de Goiás

Iris Rezende, Marconi Perillo, Virmondes Cruvinel Filho e Ronaldo Caiado são os destaques do 7º Prêmio Os Mais Influentes da Política em Goiás 2017

Nárcia Kelly, prefeita de Bela Vista, faz a primeira inauguração e abre ruas tomadas pelo lixo

Voluntários contribuíram com a prefeitura e ajudaram a limpas o Jardim Barcelona, que estava sujo e quase intransitável

Baldy foi pivô, direto ou indireto, do veto do irisaraujismo à indicação de Joel Filho pra Educação

O deputado federal Alexandre Baldy, irmão de Joel Santana Braga Filho, é apontado como concorrente de Iris Araújo em 2018

Luiz Felipe Gabriel, como não desafia Iris Rezende, dificilmente vai iluminar sua gestão

Secretário de Comunicação precisa ter luz própria, não pode apenas concordar com o que diz o chefão

Falta à equipe de Iris Rezende um formulador da estirpe de Flávio Peixoto e Mauro Miranda

Hoje, se Iris Rezende e Iris Araújo batem o pé, os secretários dizem de imediato: “Sim, sr.” e “Sim, sra.”. Ninguém questiona os dois peemedebistas

Se Iris Araújo pode ser comparada com Angela Merkel, o Piolho é o James Joyce de Goiás

Se Iris Araújo pode ser comparada às estrelas mundiais da política, o multimídia Erivaldo Nery é o James Joyce dos trópicos

Ao tratar de Marisa Letícia, mulher de Lula, vale adotar uma posição de civilidade e respeito

[caption id="attachment_57534" align="alignright" width="620"] Marisa Letícia e Lula da Silva: tolerância, e não agressividade desmedida, indica que o indivíduo é de fato moderno | Foto: Ricardo Stuckert / Agência Brasil[/caption] As redes sociais tornaram-se um espaço sem limites — o que muitos confundem com democracia e inovação. Na semana passada, quando jornais e emissoras de rádio e televisão e sites anunciaram que Marisa Letícia, mulher do ex-presidente Lula da Silva, havia sofrido um acidente vascular cerebral e estava internada no Hospital Sírio-Libanês, várias pessoas fizeram comentários que não merecem outros qualificativos que não abusivos e desrespeitosos. Num dos posts, apostando que vários usuários não checam informações, um dos usuários do Facebook “informou” que Marisa Letícia havia falecido. A mensagem é de quinta-feira, 26. Na verdade, a ex-primeira-dama permanece internada. Noutro post, outra pessoa, uma sra. distinta, lamentava que Marisa Letícia não estivesse em alguma unidade do SUS. Ora, por que a mulher de Lula não pode ser atendida num hospital de qualidade? Pode e deve, como qualquer outra pessoa. Aos poucos, apesar de todas as falhas, pacientes pobres começam a ter um atendimento de mais qualidade em hospitais públicos — sustentados pelos cidadãos que mais pagam impostos — e mesmo em hospitais particulares. Um pouco de civilidade ao mencionar o caso de Marisa Letícia não desmerece aqueles que não aprovam falcatruas dos governos do PT. Na cama do Hospital Sírio-Libanês, lutando pela vida, está, mais do que a mulher de um político que é investigado sob acusação de corrupção — frise-se que não há processo transitado em julgado —, um ser humano. É assim que Marisa Letícia deve ser vista. O ser humano de fato moderno é mais o tolerante do que o agressivo. O que se está sugerindo não é que os indivíduos deixem de criticar Lula e o PT — assim como não devem evitar críticas ao PSDB e a Geraldo Alckmin, Aécio Neves, José Serra, entre outros —, e sim, fundamentalmente, que se respeite a luta de uma pessoa, Marisa Letícia, para continuar viva, em circunstâncias dramáticas. É uma questão de humanidade. Vale o registro de que jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão estão se comportando de maneira decente. As redes sociais — que são importantes, pois criam novos nichos de comunicação, conectando indivíduos díspares de vários países — estão se tornando “locais” de linchamento, de personalidades públicas ou não (nas redes, ressalve-se, todas são públicas). Como se sabe, os indivíduos, quando participam de linchamentos, não se veem como indivíduos, e sim como integrantes das massas. Os indivíduos são, por assim dizer, “dissolvidos” e, deste modo, se “dissolve”, teoricamente, a responsabilidade individual — daí a “extinção” da culpa, tanto em termos das leis quanto em termos psíquicos. Na perspectiva dos linchadores, “nós matamos” não equivale a “eu matei”. “Nós matamos” equivale a “eu não matei” e “eles mataram”.

Ao obedecer Iris Rezende, o presidente do Legislativo desagrada vereadores

Iris Rezende veta disposições de servidores para gabinetes de vereadores e Andrey Azeredo o obedece caninamente