Por Euler de França Belém
“Entre silêncios, coragem e transgressão, revelam-se fissuras e desejos que atravessam gerações.” Trajetórias individuais que, aqui e ali, são coletivas
A marcha das Mulheres Vivas reuniu milhares de mulheres (e vários homens) da Praça Universitária, no Setor Universitário, à Delegacia da Mulher, na Rua 24, no Centro de Goiânia, no domingo, 7. Nem a ameaça de chuva, que acabou não acontecendo, afastou as mulheres de seu movimento pela vida, pela dignidade — contra o feminicídio.
As mulheres diziam o tempo todo: “Parem de nos matar!”. Durante a manifestação, mulheres deram depoimentos sobre as violências cometidas por maridos, irmãos, entre outros, contra elas, filhas, irmãs, mães e amigas.
O Jornal Opção fez centenas de fotografias e expõe algumas delas. Porque as fotos são um retrato preciso da manifestação e do clamor das mulheres — que pedem e exigem: querem continuar vivas.
Na passeata havia, é claro, mais mulheres. Mas homens, aparentemente libertos do machismo, compareceram para apoiá-las.
1
O homem agrediu. Disse que amava a mulher e ia mudar. Não mudou.

2
Não vamos sucumbir. Basta de feminicídio

3
Não queria mais ter medo de ser mulher

4
Pelo fim da violência do homem contra a mulher

5
Toda mulher tem direito a uma vida sem violência

6
Depoimento firme sobre a violência de um homem

7
Que ser mulher não nos custe a vida

8
Homens, essa luta também é nossa!

9
Meu grito hoje é para que nenhuma precise gritar por socorro amanhã

10
Lágrimas de sangue: um grito contra a violência do homem

11
Eles ainda tentam e conseguem matar

12
Homens precisam entender que não é não

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Jovem questiona: cadê os estupradores?

14
bell hooks e um basta contra a violência

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Homens, aprendam a lidar com seu medo de mulheres livres

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Uma denúncia pública sobre violência masculina

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Eu não sou como minha mãe

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Meu corpo é mais do que uma ferramenta de reprodução do capitalismo

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Nem uma a menos

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Mulheres vivas! Todas!

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Assédio é crime

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Pelo direito de existir sem medo — vivas e livres

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Manifestantes contra a violência masculina

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Multidão ocupou parte da Avenida Universitária

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A luta é uma poesia coletiva

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Feminicídio não; queremos mulheres vivas

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Baleada na cabeça e na virilha pelo ex-namorado

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Casal unido pela prevenção contra a violência

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Parem de nos matar

30
Manifestantes fazem discursos na porta da Delegacia da Mulher

[Email: eulerdefrancabelem@gmail.com]
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