Resultados do marcador: Operação
PC também cumpriu cinco mandados de busca e apreensão em Goiânia, Trindade e Caldas Novas
Naçoitan Leite faz parte do grupo que fraudou 37 contratos na área da saúde. Empresas e agentes públicos também estão entre alvos
Mandados também são cumpridos pela Polícia Federal em Rondônia, Mato Grosso e Ceará. Corporação conta com o apoio da Polícia Militar de Goiás
Prejuízo inicial estimado para as mais de 20 vítimas goianas é de mais de R$200 mil
Quatro militares da elite do Exército e um policial federal foram presos. Mandados foram cumpridos em Goiás, Distrito Federal e outros dois estados
Militares das Forças Especiais do Exército e policial federal foram presos durante operação em Goiás, Distrito Federal e outros dois estados. Grupo também planejava assassinar Alexandre de Moraes
Um dos vereadores acabou preso por porte ilegal de arma de fogo
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes levantou o sigilo da operação que investiga o deputado federal, Gustavo Gayer (PL-GO) por associação criminosa e desvio de recursos públicos da cota parlamentar. Além do deputado, foram expedidos mandados contra assessores parlamentares dele e outras pessoas e algumas informações ainda continuam sob sigilo.
De acordo com o inquérito policial, as apurações tiveram origem em outra investigação sobre financiamento dos atos antidemocráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023. Duas empresas do parlamentar que teria sido abastecidas com dinheiro público estão no centro da investigação. A PF apura os delitos de associação criminosa, peculato na modalidade desvio e falsificação de documento particular.
Segundo a PF, o grupo teria falsificado as atas de criação de uma OSCIP, Organização da Sociedade Civil de Interesse público, para receber as verbas. Chamou atenção da corporação que o quadro social da OSCIP era formado por crianças de 1 a 9 anos. No pedido, a PF aponta que foram realizadas diversas simulações contratuais para atender a exigência mínima de 10 anos de uma OSCIP. "Este cenário, até o presente estágio probatório, existe indícios da prática de, ao menos, 2 atos diferentes de falsificação de documento particular, 2 atas de reuniões da associação comercial de micros e pequenas empresas de Cidade Ocidental", diz o texto da PF.
O Jornal Opção revelou que em mensagens obtidas do celular de um dos investigados, o amigo do deputado federal, João Paulo Cavalcante, expressava preocupação sobre o uso de verba pública para alugar espaço que abrigava a escola de inglês do filho de Gustavo Gayer.
Nos textos, Cavalcante diz que: "A escola tá sendo paga com recursos públicos e tá sendo usada para um fim totalmente que, tipo num existe né". Ele segue dizendo que Gayer é uma vidraça e que "infelizmente a gente tá errado nesse sentido, a gente tá pregando uma coisa e vivendo outra"
A reportagem tentou contato com o deputado, mas ele não atendeu as ligações nem respondeu aos questionamentos.
Em vídeo publicado na rede social, Gayer disse que "nunca fez nada de errado" e que nunca cometeu crime. Ele disse ainda que "está sendo tratado como criminoso pela nossa Polícia Federal e pelo Alexandre de Moraes".
Leia também:
Bolsonarista polêmico e filho de ex-deputada: saiba quem é Gustavo Gayer, alvo de operação da PF
Deputado federal bolsonarista foi alvo de operação da PF suspeito de desviar verba pública para empreendimento do filho e para o próprio gabinete
Deputado federal teve o celular e computares apreendidos pela PF. Assessores do parlamentar também foram alvo da operação
Deputado federal é investigado suspeito de desviar recursos públicos de cota parlamentar e falsificar documentos para beneficiar uma organização da sociedade civil. Assessores também são suspeitos
Polícia Federal apreendeu celular do parlamentar. Apenas na casa de um dos assessores de Gustavo Gayer foi encontrado R$ 70 mil em dinheiro
Corporação cumpre 14 mandados de busca e apreensão em Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais
Investigado se aproveitou do acesso ao sistema da empresa para praticar os golpes, que provocaram prejuízo superior a R$ 800 mil
Além de Geraldo dos Reis Oliveira (MDB), ação mira empresários, laranjas e órgãos públicos. Um pessoa foi presa em flagrante pode porte ilegal de arma de fogo

