Resultados do marcador: Educação

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Poluição
Imagens inéditas divulgadas pela NASA mostram nuvens de gás poluente se movendo sobre a terra

Cientistas explicam que o movimento é impulsionado por padrões de vento e pela circulação atmosférica

Conectividade
410 mil alunos da rede pública de Goiás terão acesso à rede móvel gratuita na volta às aulas

Os chips fornecerão acesso à internet móvel 4g, com 60GB para serem utilizados por 12 meses

Captação
Goiânia é a primeira capital a lançar projeto de Cidade Inteligente na Bolsa de Valores

A expectativa é de que o programa gere uma economia de R$ 500 milhões aos cofres públicos

Educação
Mais da metade dos jovens brasileiros tem pouco ou nenhum hábito de leitura e é desafio para educação

Análise de dados de exames de educação mostram que o texto mais longo lido por alunos brasileiros não passou de 10 páginas

Educação
Brasileira de 17 anos é uma das melhores estudantes do mundo e finalista do Nobel Estudantil

Ela foi escolhida entre mais de 11 mil indicações e inscrições de 176 países.

Sede da reitoria da UFG em Goiânia | Foto: divulgação
Educação
UFG anuncia 750 vagas para cursos de especialização EaD para 2025 e 2026

Oferta será distríbuida em polos educacionais espalhados pelo estado de Goiás

Educação
Lula sanciona Política Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes)

Pró-reitora adjunta comenta impactos na Universidade Federal de Goiás

Educação
Reforma do Novo Ensino Médio é aprovada na Câmara e texto segue para sanção do presidente

Deputados realizaram vetos no projeto que veio do Senado; Espanhol deixa de ser disciplina obrigatória

Novo Campus
IF Goiano finaliza analise de área doada para implantação de campus em Porangatu

Local para novo campus foi doado por Eronildo Valadares e pela prefeita Vanuza Valadares.

Educação
Adoecimento mental dos servidores da educação estadual atinge o maior nível desde 2015

Nos últimos nove anos, foram concedidos 17.560 pedidos de licença por questões ligadas à transtornos mentais e comportamentais para servidores das escolas do Estado

Colégio Militar é investigado por excluir e expulsar alunos autistas

Famílias denunciam que ao menos três estudantes neurodivergentes foram expulsos da escola desde 2023

Educação
Aprovado no Senado, veja o que muda com o Novo Ensino Médio

Ampliação da carga horária da formação geral básica e das disciplinas obrigatórias é destaque

Pedido de bolsas de estudos é feito pela internet | Foto: Secom
Educação
Governo de Goiás abre seleção de estágio para bolsistas do Probem; veja detalhes

Exclusivamente para estudantes contemplados no Programa Universitário do Bem, da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG); selecionados receberão bolsa de R$ 1 mil

Faltou Dizer
Votação do PL do Aborto pode ser adiada, mas até que ponto o projeto influi nas eleições 2024?

O fim de semana foi marcado por novas manifestações - em ao menos oito capitais do país - em desfavor do projeto que tramita na Câmara dos Deputados, que equipara o aborto após 22ª semana ao crime de homicídio, mesmo nos casos de estupro. No domingo, 16, os protestos ocorreram em Vitória e Palmas. Já no sábado, 15, em outras seis cidades, entre as quais, São Paulo e Belo Horizonte.

A forte reação contrária dos usuários das redes sociais, o projeto deve ter sua votação postergada na Câmara dos Deputados. O autor do texto, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), militante da bancada evangélica, admite que a análise no plenário pode ser deixada para o fim do ano, ou logo após as eleições municipais. Segundo o parlamentar, apesar da aprovação da urgência - que prevê votação a partir da sessão seguinte da Câmara - não há pressa para que a iniciativa seja pautada.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), havia feito uma promessa aos evangélicos quando se candidatou à reeleição no comando da Casa, em 2021. Em todo caso, ele tem até o fim do ano, quando acaba seu mandato, para cumprir. Para chegar no atual estágio, Lira promoveu votação relâmpago – 25 segundos – e aprovou a urgência do projeto. Entretanto, nesse momento e após o "grito das ruas" - em direção diametralmente oposta - diz que não há previsão de quando será definido um relator, nem tampouco quando o mérito do texto será colocado em pauta. Lira foi, diga-se de passagem, um dos principais alvos dos protestos, desde a semana passada, por ser quem controla a pauta da Casa.

O apoio de Lira a iniciativas de direita e ligadas ao bolsonarismo tem sido absorvida por parlamentares como uma tentativa do presidente de fortalecer a candidatura de um aliado para sucedê-lo no cargo. Os liberais possuem 95 deputados, a maior bancada, e terá um papel decisivo na disputa interna, marcada para fevereiro de 2025.

Artilharia do governo vai ao campo de batalha. A ordem é evitar o desgaste

Negligente, o governo federal - que não se opôs à aprovação da urgência para a tramitação da proposta, na semana passada - após a repercussão dos protestos, afirma agora que vai atuar para barrar o avanço da iniciativa no Congresso.

A primeira-dama Rosângela Silva, popularmente Janja, foi a primeira a criticar o projeto nas redes sociais, sendo seguida por todas as ministras mulheres do governo. Em viagem à Europa, Lula inicialmente evitou se posicionar, mas mudou de ideia no sábado e chamou a proposta de “insanidade”. O petista afirmou ser contra o aborto, mas disse que é preciso tratar o assunto como uma questão de saúde pública.

O líder do governo na Casa, José Guimarães (PT-CE), assim como a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR) adotaram o discurso que vão procurar integrantes da bancada evangélica para demovê-los da ideia de aprovar a proposta. Os argumentos? A intensa mobilização da sociedade e protestos em todo país contrários ao texto.

O fato concreto é que, nos bastidores, a posição do governo é, nada mais, nada menos, que uma tentativa de evitar desgastes com o público evangélico, de quem o presidente Lula quer se reaproximar no curso das eleições 2024. Eleitorado fiel às ideias conservadoras, idealizadas pela direita e pelo Bolsonarismo, esse público representa entre 22% e 25% dos votantes. Naturalmente, para Lula, para o PT e para a esquerda como um todo, seria extremamente desgastante enfrentar as urnas em confronto com tais eleitores. A decisão do governo é lógica: recuar e, pelo menos, adiar a votação! “Após 06 de outubro, a gente volta a conversar!”