Resultados do marcador: Desigualdade
Entre as jovens negras de 14 a 17 anos, a taxa de desocupação chega a 24,7%, percentual 1,4 vez superior ao dos homens brancos da mesma faixa etária
No Centro-Oeste, Goiás (R$ 2.407), Mato Grosso (R$ 2.335) e Mato Grosso do Sul (R$ 2.454) ficaram acima da média
Dados do IBGE e análises do Instituto Mauro Borges revelam concentração de renda, avanço da especulação imobiliária e a permanência da desigualdade urbana
A análise comparativa com séries anteriores e com o cenário nacional indica avanços, mas também persistência de um quadro estrutural de disparidade
Segundo o levantamento, baseado nos dados da Pnad Contínua do IBGE, a renda média mensal por pessoa saltou quase 70% entre 1995 e 2024
Super-ricos acumulam trilhões e ainda reclamam de impostos
Os 1% mais ricos concentram hoje 43% dos ativos financeiros globais, aponta estudo da Oxafm
O aumento do emprego formal foi um dos grandes destaques, com 3,6 milhões de novas vagas com carteira assinada criadas entre janeiro de 2023 e setembro de 2024
Eduardo Saverin lidera a lista da Forbes, seguido por outros 68 brasileiros bilionários
Ao menos 56 pessoas foram presas durante a madrugada de ataques, na Argentina
Segundo OMS, mais de 80% das vacinas contra Covid-19 fabricadas no mundo foram para países ricos
Reportagem da Revista Piauí mostrou que pobres, negros e pessoas de baixa escolaridade têm proporcionalmente menos acesso aos imunizantes
O ano começa sem nenhum programa de distribuição de renda ou geração de emprego que seja alternativa ao fim do auxílio emergencial
Na faixa de remuneração de até meio salário mínimo, a maioria é de homens negros (38,19%), seguidos de mulheres negras (37,11%), mulheres brancas (12,81%) e homens brancos (11,11%)
De acordo com um pesquisador brasileiro visitante em uma universidade dos EUA, os casos de Covid-19 começaram nas classes mais abastadas mas prejudica mais os bairros de menor renda
[caption id="attachment_257782" align="alignnone" width="620"]
Centros periféricos são os principais alvos do coronavírus / Foto: EBC[/caption]
O novo coronavírus tem matado mais nas periferias brasileiras do que nas outras regiões. Isso é o que mostra um estudo realizado por um pesquisador brasileiro visitante na Bren School of Environmental Science & Management, University of California Santa Barbara (UCSB), nos EUA. Segundo ele, a quantidade de mortes por Covid-19 "tende a ser maior nas áreas periféricas e em regiões que antes da crise global já sofriam com problemas como falta de moradia digna, acesso deficiente à água e saneamento, altos índices de poluição do ar e contaminação do solo".
Conforme Pedro Henrique Campello Torres, a disseminação do novo coronavírus no Brasil e nos EUA tende a potencializar os diferentes impactos de políticas públicas ambientais. Para ele, o planejamento urbano e a ocupação de territórios em uma cidade estão diretamente associados às transformações econômicas.
O pesquisador Pedro Jacobi, supervisor do estudo de pós-doutorado e coordenador do Projeto Temático Governança ambiental da macrometrópole paulista face às mudanças climáticas, corrobora do resultado dos estudos.
“No Brasil, os casos começaram nas classes mais abastadas, até que a doença foi se alastrando para os bairros de menor renda, que também são os mais prejudicados em relação ao acesso a serviços de água e saneamento e de condições básicas de habitabilidade", explica Jacobi.


