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Tremor foi registrado no norte da região
Xu Jiayin, que já foi considerado o homem mais rico da China, também terá os bens confiscados; empresa e ex-executivos receberam multas e penas de prisão
Os cientistas consideram que a escolha do material pode estar relacionada a rituais associados à fertilidade e à maternidade.
Um foguete chinês Long March 7A explodiu pouco mais de um minuto após ser lançado do Centro de Lançamento Espacial de Wenchang, na ilha de Hainan, no sul da China. O acidente ocorreu nesta segunda-feira, 10, durante uma missão que levaria ao espaço o satélite de comunicações ChinaSat-4B.
O lançamento ocorreu às 20h02 no horário local, 9h02 no horário de Brasília. Inicialmente, a decolagem transcorreu normalmente, mas uma anomalia foi registrada aproximadamente 83 segundos depois. Imagens registradas nas proximidades mostram uma explosão no céu seguida pela formação de uma grande nuvem de fumaça.
As autoridades chinesas confirmaram que houve uma anormalidade durante o voo e que a missão não foi concluída. A causa do problema ainda está sendo investigada.
Falha ocorreu no início do voo
Com cerca de 60 metros de altura, o Long March 7A ainda estava na primeira etapa da subida quando apresentou o problema. Nesse momento, o foguete utilizava o primeiro estágio e os quatro propulsores laterais para ganhar velocidade e altitude.
A separação do primeiro estágio ocorreria apenas posteriormente. A falha, portanto, aconteceu ainda nos primeiros momentos do voo, antes que o veículo pudesse avançar para as etapas seguintes da missão.
A bordo estava o ChinaSat-4B, também chamado Zhongxing-4B, satélite de comunicações que deveria ser colocado em uma órbita geoestacionária.
Satélite também foi perdido
Com aproximadamente 60 metros de comprimento, o Long March 7A foi desenvolvido para transportar cargas a órbitas mais altas. O modelo realizou seu primeiro lançamento em 2020, em uma missão que também terminou em fracasso. Desde então, acumulou uma sequência de lançamentos bem-sucedidos.
A nova falha deverá ser analisada a partir dos dados coletados durante o voo. Registros de telemetria e informações sobre o funcionamento dos sistemas nos segundos que antecederam a explosão podem ajudar a determinar a origem do problema.
Até o momento, porém, não foi identificado oficialmente qual componente provocou a anomalia. A causa do acidente permanece sob investigação.
Resumo
- Foguete: Long March 7A
- Data: 10 de agosto de 2026
- Local: Centro de Lançamento Espacial de Wenchang, China
- Falha: explosão cerca de 83 segundos após a decolagem
- Carga: satélite de comunicações ChinaSat-4B
- Resultado: missão perdida
- Causa: ainda não determinada
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China e Rússia, dois dos principais aliados internacionais do governo venezuelano, condenaram neste sábado, 3, a ação militar anunciada pelos Estados Unidos contra a Venezuela, que teria resultado, segundo o presidente Donald Trump, na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Em comunicados oficiais, os dois países classificaram a ofensiva como uma violação do direito internacional e da soberania venezuelana, elevando a tensão diplomática em torno da intervenção americana no país sul-americano.
A reação chinesa foi divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores em nota oficial, na qual o governo de Xi Jinping afirmou estar “profundamente chocado” com o que descreveu como um "uso flagrante da força por parte dos Estados Unidos contra um Estado soberano." Para Pequim, a ação representa “uma grave violação do direito internacional e dos princípios básicos que regem as relações entre países”.
No comunicado, a diplomacia chinesa alertou que a ofensiva americana ameaça a estabilidade regional, ao colocar em risco a paz e a segurança na América Latina e no Caribe. A China reiterou sua oposição a iniciativas que considera de caráter hegemônico e defendeu o respeito à soberania e à integridade territorial da Venezuela, além de instar Washington a cumprir os princípios estabelecidos na Carta das Nações Unidas.
Rússia
A Rússia, aliada histórica de Caracas desde à ascensão do chavismo ao poder, também reagiu de forma contundente. Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores russo afirmou que Washington cometeu um “ato de agressão armada” contra a Venezuela. “Esta manhã os Estados Unidos cometeram um ato de agressão armada contra a Venezuela. Isso é profundamente preocupante e condenável”, declarou a diplomacia russa.
A embaixada da Rússia em Caracas informou que sua sede não foi atingida durante os ataques. Segundo o embaixador russo, Serguéi Melik-Bagdasárov, o bairro onde está localizada a representação diplomática e áreas adjacentes não foram alvos da ofensiva.
Além de China e Rússia, o Irã também se manifestou contra a operação americana. Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores iraniano condenou o ataque militar e classificou a ação como uma violação da soberania nacional e da integridade territorial da Venezuela. O chanceler Abbas Araghchi afirmou que iniciativas desse tipo tendem a agravar a instabilidade regional e aumentar os riscos de escalada do conflito.
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