Resultados do marcador: Balança Comercial

No acumulado do primeiro semestre de 2025, Goiás já registra superávit de US$ 3,9 bilhões, uma variação positiva de 1,39%

No ano passado, houve equilíbrio entre exportações e importações, com déficit de apenas R$ 225,9 milhões

Na comparação entre os dois períodos houve um aumento de US$31,4 bilhões no déficit, resultado de uma redução de US$ 26,1 bilhões no superávit da balança comercial e ao crescimento no déficit de serviços

No ranking nacional, Goiás ocupa a 8ª posição em exportações e a 11ª em importações

Setor agropecuário é campo em destaque que impulsiona o estado a 8° posição no ranking nacional de exportação

Derivados de soja, carne e ferroliga, que cresceram em volume de exportação, puxaram para cima o resultado do mês.

Apesar do maior saldo desde 1994, o valor das exportação tiveram uma queda de 2,1% neste período

No somatório do ano, foram US$ 339,6 bilhões em exportações

O acordo começou a ser costurado em novembro com a recepção de membros do governo da Estônia

Com superávit de US$ 62,4 bilhões até o fim do mês de agosto, o salto é de 43% em relação a 2022

Setor desempenha papel crucial no fortalecimento do superávit comercial brasileiro

Federação apontou aumento de 73% nos valores do último mês em relação ao mesmo período do ano passado

Estado importou mais do que exportou
Soma de importações chegou a 723,4 milhões de dólares. Energia elétrica corresponde a quase metade do intercâmbio comercial

O balanço comercial do mês de novembro foi divulgado nesta segunda-feira (6). De acordo com o Centro Internacional de Negócios (CIN) da Fieg, o estado de Goiás importou o equivalente a 723,4 milhões de dólares no período, enquanto as exportações chegaram a apenas 584,7 milhões de dólares. O déficit apresentado foi de -138,6 milhões de dólares.
O estado ficou entre os onze maiores exportadores do país. Quanto à importação, Goiás subiu para nona colocação no ranking. Com relação ao mesmo período do ano passado, a queda na balança foi de 151%. É o segundo mês consecutivo que Goiás se mantém deficitário.
O produto que mais se destacou foi a energia elétrica, que correspondeu a 41,2% do intercâmbio comercial. Foram 298,2 milhões de dólares investidos. A Argentina foi o principal país a ceder o negócio.
As exportações sofrem com o impacto do embargo chinês às carnes brasileiras. O país asiático é o principal comprador do produto. Cerca de 24,8% da carne goiana vai para a China.

CIN afirmou que queda ocorreu por causa da falta de exportações e incremento nas importações

Segundo dados do Ministério da Economia, Goiás foi o 11º Estado que mais exportou em novembro