Durante a operação da Polícia Federal que visava Bolsonaro, Ailton Barros, preso, afirmou que o responsável pelo assassinato de Marielle Franco é um ex-deputado estadual do Rio de Janeiro. Ele detalhou essa teoria para indivíduos que também foram mencionados na investigação que incluía o ex-presidente.

Durante as conversas, Ailton Barros apoiou o ex-vereador carioca Marcello Siciliano, que foi acusado anteriormente de envolvimento no assassinato de Marielle. Em seguida, Barros atribuiu a responsabilidade do crime a um ex-parlamentar da Assembleia Legislativa do Rio, que adquiriu ainda mais influência depois de deixar o cargo. Esse indivíduo já foi investigado pela Polícia Civil em relação ao assassinato da vereadora.

Fontes ouvidas pela coluna de Paulo Cappelli, no portal Metrópoles, afirmam que Siciliano pretendia viajar com a família à Disney, na Flórida, mas enfrentava dificuldades burocráticas. E que ele mantinha relação de amizade com Ailton Barros. Entretanto, essas mesmas fontes, que conhecem tanto Siciliano quanto Barros, negam que o ex-vereador tenha imposto qualquer condição ao aliado.