Vereadora eleita Gabriela Rodart (DC) diz que cabe ao cidadão decidir sobre o uso da máscara

A futura parlamentar afirma que o uso da máscara não foi comprovado cientificamente que é eficaz para evitar a Covid-19

A vereadora eleita pelo DC, Gabriela Rodart | Foto: Divulgação

Em uma das suas idas ao futuro local de trabalho, a Câmara Municipal de Goiânia, a vereadora eleita Gabriela Rodart (DC), tem chamado a atenção por não usar máscara e fazer apologia ao não uso. Gabriela defende a não obrigatoriedade do uso da máscara, pois segundo ela, o Estado não pode interferir nas decisões de pessoas adultas e plenamente capazes de assumir suas responsabilidades.

Conforme a futura parlamentar, hoje se cumpre mais uma agenda política que uma necessidade de saúde que o Estado queira colocar. “Se o Estado estivesse preocupado com sua saúde, os hospitais de campanha estavam feitos, a gente tinha tratamento precoce, a gente teria mais estudos feitos, mas o que a gente vê é um ativismo político muito grande na área da Saúde”, ressalta.

Ela reafirma que o cidadão deve decidir o que é melhor para sua saúde, sem o Estado colocar a mão, “pois se o Estado avança ele não retorna mais”, resume. Questionada se quando existe uma regra ela deve ser obedecida, a vereadora eleita rebateu a pergunta dizendo que uma lei por ser lei, não é prerrogativa de ser moral. “Se a gente conhecesse mais das pautas globalistas e da agenda progressista, veríamos que nós estamos usando uma máscara que não há comprovação cientifica de que funciona. Ao contrário, há muitos estudos que mostram a ineficácia, tanto para crianças, autistas,quem tem insuficência respiratória e até quem tem adenoide, por exemplo, é uma situação reversa”, concluiu.

Aumento
Gabriela diz que trabalha com uma organização popular que é a Frente Conservadora cujas ideias representam a maioria da população. Segundo ela a população que a elegeu e elegeu o presidente Jair Bolsonaro não quer este aumento dos vereadores, prefeito e vice. “Não quero atacar ninguém, sei que pode haver um aumento futuramente mas a ocasião não permite. É inconveniente e imoral, a classe politica tem que servir ao povo e não ao contrário”, disse.

Conservadora, ela diz que as propostas da frente que representa, nada mais são do que atender as demandas da população. “O conservadorismo rege a liberdade individual, pelo dever, pela Constituição respeitada e não a livre interpretação do judiciário. Vou defender essas pautas na Câmara”, afirmou.

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