Vereador de Goiânia critica R$ 10 milhões em financiamento publicitário do pacote anticrime de Moro

Para o vereador, há questões mais urgentes em que o dinheiro seria melhor empregado, como Educação e Saúde, temas caros à sociedade brasileira

Vereador Paulo Magalhães | Foto: Fernando Leite / Jornal Opção

O vereador de Goiânia, Paulo Magalhães (PSD), criticou o gasto de R$ 10 milhões para financiar a campanha publicitária do pacote anticrime, proposta pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, estreada nas ruas brasileiras, na semana passada. Em Brasília (DF), por exemplo, outdoors e faixas estão penduradas nas paredes dos ministérios, além da campanha na mídia convencional: rádio, televisão e internet.

Magalhães usou a tribuna para dizer que Sergio Moro é irresponsável por elaborar a campanha. Essa mesma que, na avaliação do vereador, vai na contramão da ideologia e propostas do presidente Jair Bolsonaro. “O presidente quer armar a população, enquanto Moro quer desarmar e armar bandidos, como previsto no pacote anticrime. Há questões urgentes que mereciam esse dinheiro, como a Saúde e a Educação. A melhor arma para a população é educação”, pondera o vereador.

O parlamentar articula com outros vereadores uma audiência pública em Brasília com a bancada federal goiana: os 17 deputados federais e os três senadores. Na pauta está a reivindicação da “palhaçada” que o presidente aprontou com as universidades federais em cortar investimentos.

Suspensão

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou a suspensão dos contratos da campanha publicitária de Sergio Moro na semana passada, em caráter cautelar (provisório), de acordo com decisão do ministro Vital do Rêgo.

O pedido de suspensão começou com o subprocurador do Ministério Público de Contas, Lucas Rocha Furtado, sob a alegação de que a campanha aumentaria a sensação de insegurança na população.

 

Uma resposta para “Vereador de Goiânia critica R$ 10 milhões em financiamento publicitário do pacote anticrime de Moro”

  1. ziro disse:

    Os Lobos atacam, enquanto as mordomias, super salários e privilégios dos encastelados públicos correm solto….. A população já não está mais pretendendo manter essa situação insustentável e injusta.

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