Três bombeiros morrem de câncer na mesma data e doença tem relação com 11 de setembro

As organizações de saúde apontam que houve vários relatos de sobreviventes com deficiências respiratórias, distúrbios psicológicos e câncer

Foto: Associated Press/FDNY

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O atentado de 11 de setembro é um dia sombrio para o povo norte-americano devido ao número brutal de pessoas mortas. Além das vítimas que estavam dentro do prédio, 343 bombeiros e paramédicos também morreram e continuam morrendo após 13 anos do ocorrido. Na última segunda-feira (22/9), o jornal americano “Daily News” divulgou a morte de outros três bombeiros que atuaram no atentado e contraíram câncer por conta do trabalho.

Howard Bischoff, de 58 anos, Robert Leaver, de 56, e Daniel Heglund, de 58, morreram na mesma data e com poucas horas de diferença. “É um lembrete doloroso que, 13 anos depois, continuamos a pagar um preço terrível pelos esforços heroicos do departamento no 11 de setembro”, afirma o comissário do Corpo de Bombeiros de Nova York, Daniel Nigro.

As organizações de saúde apontam que houve vários relatos de sobreviventes com deficiências respiratórias, distúrbios psicológicos e câncer. De acordo com a “New York Magazine”, 422 mil pessoas apresentaram quadros de estresse pós-traumático após o atentado.

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