De acordo com o consórcio, a partir desta quinta-feira, 11, está liberada toda frota programada, extra e mais a reserva técnica em condições de conservação para transporte

Ônibus do transporte coletivo de Goiânia | Foto: Reprodução

Após impasses em relação ao transporte coletivo e ao cumprimento das normas do decreto que impõe as medidas restritivas, a RedMob Consórcio divulgou nesta quinta-feira, 11, que  as empresas concessionárias da Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC), liberaram toda frota que está em condições de conservação para transporte dos passageiros na capital e Região Metropolitana.

De acordo com estudos técnicos da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), para que a Metrobus, empresa estatal, possa operar com apenas passageiros sentados na realidade atual seriam necessários mais 200 ônibus para rodar apenas no Eixo Anhanguera para conseguir atender a demanda no horário de pico.

Atualmente, são 99 ônibus entre articulados e biarticulados em operação.  Com isso seria necessários quase 300 ônibus no total para atender ao transporte de apenas passageiros sentados no eixo. Uma frota duas vezes maior do que a que a Metrobus já teve em toda sua história e na história do Eixo Anhanguera.

Já para o atendimento às demais linhas, seriam necessários 1.850 veículos convencionais para levar apenas passageiros sentados nos horários de pico. “Seria necessário um incremento de aproximadamente 1.000 ônibus na frota existente da RMTC para transportar passageiros somente sentados no período do lockdown, conforme determinação legal e judicial”, analisa Leomar Avelino.

O diretor executivo do RedeMob, Leomar Avelino, explicou que alguns veículos que foram liberados para rodar podem apresentar  pequenas imperfeições, já que segundo ele, uma vez que parte das manutenções corretivas precisaram ser adiadas para que toda a frota esteja em operação.

Segundo o diretor, não houve redução significativa de passageiros principalmente nos horários de pico e no Eixo Anhanguera que recebe passageiros das 18 cidades da região metropolitana e possui a maior concentração de pessoas por meio de terminais de integração como o Terminal Padre Pelágio, Bíblia e Praça A.