Trabalhadores irão exigir saída de Sebastião Peixoto do Imas

Protesto foi marcado para a próxima terça-feira (14) em frente à sede do instituto, no centro de Goiânia

Secretário Sebastião Peixoto | Foto: Edilson Pelikano/Prefeitura de Goiânia

O Sindicato Municipal dos Servidores da Educação de Goiânia (Simsed) organiza para a manhã da próxima terça-feira (14/2) um protesto contra o caos instalado no Instituto Municipal de Assistência à Saúde e Social (IMAS).

Além de solicitar auditoria nos cofres da pasta e a realização de audiência pública para discutir o tema, os trabalhadores vão exigir a saída do atual presidente Sebastião Peixoto. Os líderes sindicais afirmam que, quando passou pelo Imas, o gestor foi responsável por vários problemas — sobretudo dívidas.

A categoria ainda pede o pagamento dos meses atrasados aos prestadores de serviço e o funcionamento efetivo do instituto. A manifestação está prevista para ocorrer às 9 horas na sede do instituto, localizada na Avenida Paranaíba, no centro da capital.

Nova gestão, velhos problemas

Quando assumiu em meados de janeiro, Sebastião Peixoto informou que a nova gestão havia iniciado com cerca de R$ 42 milhões em dívidas deixadas pela administração anterior. Conforme mostrou matéria do Jornal Opção à época, entretanto, grande parte do débito em questão já havia sido negociado em 2016.

O rombo nos cofres do Imas vem de gestões anteriores, incluindo a do atual prefeito Iris Rezende (PMDB). Durante prestação de contas, no ano passado, o então prefeito Paulo Garcia informou que a pasta teria contraído dívidas de mais R$ 120 milhões entre os anos de 2001 e 2010.

Segundo informações de centrais sindicais, a situação no Imas hoje é preocupante e tem feito com que muitos hospitais e profissionais da Saúde credenciados ao Imas paralisem o serviço.

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