“Tive vontade de fuzilá-la várias vezes”, disse Bolsonaro sobre 1ª mulher em 2000

Em entrevista à revista “IstoÉ Gente” 18 anos atrás, o presidenciável do PSL deu também declarações polêmicas sobre homossexualidade e contou, inclusive, como perdeu a virgindade

Presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro | Foto: Reprodução

O candidato a presidente do PSL, Jair Bolsonaro, disse, em entrevista à revista “IstoÉ Gente”, em 2000, que já quis fuzilar a sua primeira mulher, Rogéria Bolsonaro. “Nunca bati na ex-mulher. Mas já tive vontade de fuzilá-la várias vezes.”

De acordo com Bolsonaro, o relacionamento com Rogéria começou a dar errado a partir do momento em que ela foi eleita vereadora do Rio de Janeiro, em 1992. “Ela era uma dona de casa. Por minha causa, teve 7 mil votos na eleição. Acertamos um compromisso. Nas questões polêmicas, ela deveria ligar para o meu celular para decidir o voto dela. Mas começou a frequentar o plenário e passou a ser influenciada pelos outros vereadores”, justificou.

O presidenciável também foi questionado sobre uma declaração em que ele defendeu o fuzilamento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. “Acho que tenho o direito de falar. Eu não xinguei o presidente, nem disse que ele não conhece o pai dele. Acho que o fuzilamento é uma coisa até honrosa para certas pessoas.”

Homossexualidade

Na entrevista, Bolsonaro disse ser contra a união civil entre duas pessoas do mesmo sexo. “Não posso admitir abrir a porta do meu apartamento e topar com um casal gay se despedindo com beijo na boca, e meu filho assistindo a isso”, afirmou.

Questionado sobre a existência de algum homossexual em sua família, o candidato a presidente negou. “Graças a Deus, não. Eu desconheço. Se tivesse, nem quero pensar.”

Virgindade

Um outro assunto tratado na entrevista foi como Bolsonaro perdeu a virgindade. Ele explica: “[Perdi a virgindade] com 17 anos de idade. Meio tarde, né? Meus filhos vão pegar no meu pé por causa disso. Eu estava na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas. Ninguém tinha dinheiro. Juntávamos uns 20 alunos, fazíamos um sorteio, íamos para o baixo meretrício e os cinco sorteados faziam fila com a mesma mulher”.

A entrevista completa pode ser conferida clicando aqui.

 

 

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