Tiro que matou Priscila Delgado não partiu de arma encontrada próxima de seu corpo, revela revista Época

Matéria realizada com depoimentos de peritos aponta pouca probabilidade de que Priscila tenha cometido suicídio após disparar contra Bilynskyj

Peritos encontram novas evidências em Caso Bilynskyj | Foto: Reprodução/R7

Novas evidências levantadas pela polícia apontam que o tiro que matou a modelo Priscila Delgado, 27, não foi disparado pela arma encontrada próxima de seu corpo. As informações foram divulgadas pela revista Época.

Com as evidências, peritos concluíram que é pouco provável a hipótese de suicídio. Eles acreditam na tese de que Priscila teria alvejado o namorado, o delegado Paulo Bilynskyj, 33, que revidou com um disparo certeiro no peito da namorada.

A polícia, no entanto, ainda não sabe de qual arma partiu o tiro que matou a modelo. Na sexta-feira, 29, foram colhidas novas amostras no apartamento para descobrir se o corpo de Priscila foi trocado de lugar.

Na versão de Bilynskyj, a namorada teria disparado contra ele após uma crise de ciúmes. Após os tiros, ela apontou para o próprio peito e se matou.

Relacionamento

O relacionamento dos dois havia iniciado cinco meses antes, quando o delegado deu um like em uma foto publicada no Instagram da modelo. Os dois teriam trocado mensagens por dois meses, antes de Bilynskyj ir de São Bernardo até Curitiba, onde Priscila morava.


Após se encontrarem pessoalmente, noivaram. Logo depois, a modelo se mudou para o apartamento do delegado. O casamento estava marcado para o dia 5 de junho.

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