Suzane Von Richthofen pede para continuar em regime fechado por temer pela sua segurança

Com a revogação, Suzane apresentou uma carta, escrita a próprio punho, à direção da penitenciária feminina de Tremembé (SP), onde cumpre pena. Na carta, a setenciada apresenta solicitação para continua em regime fechado

A juíza da 1ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté (SP), Sueli Zeraik Oliveira Armani, revogou a decisão de progressão de pena de Suzane Louise Von Richthofen. A própria sentenciada pediu a revogação. Segundo Suzane, os advogados entraram com a solicitação contra a sua vontade.

Suzane cumpre pena pelo assassinato de seus pais em 2002 e teme pela sua segurança, caso seja transferida para o regime semi-aberto. Com a revogação do pedido, a juíza decretou a desconstituição dos advogados e a sentenciada passará a ser representada pela Defensoria Pública. “Anoto que a Lei de Execução Penal prevê a progressão como um direito e não como uma obrigação”, disse juíza.

No dia 11 de agosto a progressão havia sido autorizada pela juíza pelo fato de Suzane cumprir os requisitos de objetivo (temporal) e o subjetivo (mérito do condenado), que são exigidos na Lei de Execução Penal. “Suzane encontra-se presa há 12 anos, não apresenta anotação de infração disciplinar ou qualquer outro fator desabonador em seu histórico prisional. Não há como negar à postulante a progressão ao regime intermediário”, reiterou a juíza.

Com a revogação, Suzane apresentou uma carta, escrita a próprio punho, à direção da penitenciária feminina de Tremembé (SP), onde cumpre pena. Na carta, a sentenciada apresenta solicitação para continuar em regime fechado.

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