Setor de confecção em Goiás recuou mais de 80% durante isolamento

Dado faz parte de balanço do IBGE que aponta maior retração do varejo goiano nos últimos 20 anos, com média negativa superior a 19%

Como já apontavam as previsões, as vendas no comércio varejista sentiram em cheio os efeitos negativos do isolamento social. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta terça-feira, 16, e revelam abril como o mês de maior retração dos últimos 20 anos.

O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que o acumulado chega a  -19,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior. No ano, a baixa já representa queda de 6,3%.

Entre as oito atividades pesquisadas, cinco tiveram as maiores quedas da série histórica, queda liderada pelo setor de tecidos, vestuário e calçados, com menos -80,3%. Em segundo aparece o setor de livros, jornais, revistas e papelaria, com -68,6%.

O balanço dos dados destaca que o único setor a registar aumento das vendas Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com alta de 8,5%.

Queda nacional

Em comparação com os outros Estados e com o DF, Goiás aparece como 14° unidade federativa com maior retração, destacando que há registro de queda em todos os 27 Estados, variando entre queda de 4,3% em Santa Catariana a até -33,7% no Amapá.

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