Servidores da Saúde decidem não deflagrar greve, mas cobram da gestão Iris

Funcionários exigem pagamento da data-base e condições mínimas de trabalho

Reunião da Saúde | Foto: Larissa Quixabeira

Os servidores da rede municipal de Saúde de Goiânia decidiram, em assembleia geral nesta quinta-feira (15/2), que não deflagraram greve, pelo menos neste momento. A reunião ocorreu no Auditório Vereador Carlos Eurico na Câmara Municipal de Goiânia.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores do Sistema Único de Saúde de Goiás (Sindsaúde), os servidores querem adequação das condições de trabalho e da oferta de insumos nas unidades de saúde além do pagamento da data-base no valor de 4,08% que deveria ter ocorrido em 2017, reajuste no valor atual do vale-alimentação e regularização do atendimento no Instituto Municipal de Assistência à Saúde e Social dos Servidores Municipais de Goiânia (Imas).

“Apesar de estar ciente das reivindicações e das dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores, a Prefeitura de Goiânia tem se ausentado do diálogo infelizmente. A constante recusa da secretária municipal de Saúde e do prefeito em buscar uma alternativa junto aos trabalhadores pode levar a uma greve na rede municipal de saúde”, alertou a presidente do Sindsaúde, Flaviana Alves.

Os servidores ocupam a galeria do plenário da Câmara e vão utilizar a tribuna para sensibilizar vereadores em relação à falta de condições de trabalho e demais problemas enfrentados pela categoria.

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